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Psicanálise

Caso Anna Freud – Mecanismos de Defesa

Tomarei como exemplo o caso de uma jovem mulher, empregada em uma instituição para crianças. Era filha intermediária de uma série de irmãos e irmãs. Durante toda a sua infância, sofreu veementemente inveja (do pênis), relacionada com seus dois irmãos (um mais velho e um mais novo), e de ciúme, o qual era repetidamente excitado pelos sucessivos períodos de gravidez da mãe. Finalmente, a inveja e o ciúme combinaram-se em uma feroz hostilidade contra a mãe. Mas, como a fixação de amor da criança era maior do que seu ódio, um violento conflito defensivo com os seus impulsos negativos sucedeu a um período inicial de desenfreada indisciplina e agressividade infantil. Temia que a manifestação de seu ódio lhe fizesse perder o amor materno, do qual não suportava ser privada. Também temia que a mãe a punisse e se criticava, da maneira mais severa, por suas ânsias proibidas de vingança. Ao ingressar no período de latência, essa situação de angústia e o conflito de consciência tornaram-se cada vez mais agudos e o seu ego tentou dominar tais impulsos de várias maneiras. Com vontade de resolver o problema da ambivalência, ela deixou aflorar um lado de seus sentimentos ambivalentes. A mãe continuou sendo um objeto de amor, mas, a partir daí, houve sempre na vida dessa paciente uma segunda pessoa importante do sexo feminino, a quem odiava violentamente. Isso facilitou a questão: seu ódio do objeto mais remoto não a atacava com um sentimento de culpa tão implacável quanto o que se manifestava, no caso da mãe.
Mas, apesar disso, o ódio deslocado era ainda uma fonte de grande sofrimento. Com o decorrer do tempo, apurou-se que esse primeiro deslocamento era inadequado como meio para dominar a situação.
O ego da menina recorreu então a um segundo mecanismo. Inverteu o ódio para dentro dela própria, quando até aí se relacionara exclusivamente com outras pessoas. A criança torturava-se com auto-acusações e sentimentos de inferioridade. Durante toda a infância e adolescência, até atingir a idade adulta, fez sempre tudo o que podia para colocar-se em desvantagem e lesar seus próprios interesses, abdicando de seus desejos e submetendo-se às exigências que lhe eram impostas por outras pessoas. Em toda a sua aparência externa, tornara-se masoquista, uma vez que adotava esse método de defesa.
Também essa medida provou ser inadequada, como recurso para dominar a situação. A paciente entregou-se então a um processo de projeção. O ódio que sentira pelos objetos femininos de amor ou seus substitutos transformou- se na convicção de que ela própria era odiada, menosprezada ou perseguida por aqueles. 0 seu ego, assim, encontrou alívio em relação ao sentimento de culpa. A criança traquina e rebelde, que alimentava sentimentos hostis contra as pessoas à sua volta, sofreu a metamorfose, convertendo-se em vítima de crueldade, negligência e perseguição. Mas o uso desse mecanismo deixou em seu caráter um permanente cunho paranóide, que constituiu uma fonte de enormes dificuldades para a moça, tanto na juventude como na fase adulta.
A paciente já era muito crescida quando veio a ser analisada. Não era considerada doente por aqueles que a conheciam, mas seus sofrimentos eram agudos. Apesar de toda a energia que o ego prodigalizara em sua própria defesa, ela não conseguira, realmente, dominar sua angústia e seu sentimento de culpa. Em qualquer ocasião que sua inveja, seu ciúme ou ódio estivessem em perigo de ativação, ela recorria invariavelmente a todos os seus organismos de
defesa. Mas os seus conflitos emocionais nunca chegaram a um ponto em que o seu ego pudesse ficar em repouso. Além disso, o resultado final de todos os seus esforços foi extremamente escasso. Conseguiu manter a fantasia de que amava a mãe, mas sentia-se repleta de ódio. Assim, desprezava-se e desconfiava de si própria. Não conseguiu preservar o sentimento de ser amada, que fora pelo mecanismo de projeção. Nem conseguiu escapar das punições de que tivera tanto medo na infância. Ao introjetar os impulsos agressivos, infligiu a si própria todo o sofrimento que anteriormente previra, sob a forma de castigos impostos pela mãe. Os três mecanismos que a paciente utilizou não puderam impedir o ego de permanecer em um estado de tensão e vigilância inquieto, nem o aliviaram das exageradas imposições que lhe eram feitas e dos sentimentos de tortura e aflição agudas que o flagelavam.

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Formação Profissional

UMA  NOVA  PSICANÁLISE  –  UMA  NOVA  VISÃO DO SER

 

A visão de uma psicanálise contemporânea, aberta e integrada a outras áreas do saber, permite uma busca segura dos motivos que levam o homem a ter determinados padrões de pensamentos e comportamentos.

 

Possuir uma formação pluralista, transpessoal e sistêmica com conhecimentos em técnicas das diversas correntes psicanalíticas permite uma visão ampla do ser, visto que cada pessoa manifesta-se de uma forma única, e todos possuem uma complexidade que só pode ser acessada com as ferramentas adequadas, tornando-se então fundamental o conhecimento dessas diversas áreas do saber para um processo mais seguro na compreensão do ser.

 

Essa nova psicanálise abre horizontes, quebra resistências e dissolve pré-conceitos, fortalece valores e crenças positivas, elimina idealizações fúteis, estruturas repressoras e limitantes do aprendiz a profissão.

 

Liberta, renova  e torna as mentes humanas mais livres e flexíveis frente a um vasto oceano inconsciente a ser desvendado.

 

Uma nova proposta em psicanálise deve compreender melhor as ações do homem e os sentimentos que os envolvem sistemicamente, deve permitir escolhas mais conscientes e saudáveis, equilibrando vidas e permitindo o encontro consigo mesmo, conduzindo-o a percorrer um caminho não quimérico, mas real de paz, amor e compreensão de si e do outro e de todo universo que nos cerca.

 

 

“Não existe  uma formação em Psicanálise, se não existir uma transformação em sua alma.”                  

 

Ricardo Dih Ribeiro

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Formação Profissional

POR QUE VOCÊ QUER SER UM TERAPEUTA?

Se você quer ser reconhecido, tenho certeza que não é essa a sua profissão, seja um artista.
Se você deseja ganhar muito dinheiro, afaste-se dessa área, talvez até te empobreça, compre um bilhete da loteria é mais seguro.
Se quiser fazer caridade, está na hora de cuidar de si mesmo, pois deveria estar fazendo-a sem qualquer título e sem falar que a faz.Ser quer ser um psicanalista para entender a alma humana, PARE. Não se entende a alma humana, mas sente-se a alma humana, e isso você aprende com a vida, começando pela sua.
Se quiser o poder sobre os outros, cuidado, cairá como muitos no absurdo mental e não saberá mais quem é você.
Se não quer mais patrão, fique em seu trabalho e contente-se com ele, aqui você terá centenas, pois trabalhará individualmente com muito carinho para cada um deles.
Se quiser uma vida mágica, fique com os livros de fantasia e histórias, os atendimentos irão te mostrar uma face muito triste, sofrida e muitas vezes muito doente e escura do ser humano.
Enfim se deseja mergulhar em si mesmo como nunca imaginou, sente em seu íntimo um chamado sem palavras, se quer um mundo melhor começando por você, se quer ver as pessoas aprendendo a cuidar de si mesmas, então são pessoas como você que precisamos ao nosso lado.
Isso ainda não é ser um terapeuta, mas é tudo que precisamos para ajudá-lo a despertá-lo dentro de ti.
Ricardo Dih Ribeiro
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Autoconhecimento Sagrado Feminino & Masculino

A MULHER E A CAIXA DE PANDORA

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O nome “Pandora” possui vários significados: panta dôra, a que possui todos os dons, ou pantôn dôra, a que é o dom de todos (dos deuses).
Deixando a historia de lado pela visão  milenar e vergonhosa do machismo, onde coloca a mulher como equivocada, pois a mesma abre a caixa de pandora e libera todo o mal para a humanidade, ou a coloca aliada ao mal,  pelo seu coração conter elementos perversos, onde ela o faz de modo consciente, o que a torna mais cruel, problemática e conflituosa ainda.
Na filosofia pagã, Pandora não é a fonte do mal; ela é a fonte da força, da dignidade e da beleza, portanto, sem a adversidade o ser humano não poderia melhorar.
E a na historia a mulher sempre representou um figura perigosa, que com sua beleza, graça, doçura e sensibilidades diversas, fazia com que os homens com toda a sua “força, inteligência e poder”, se perdessem em seus encantos e perdessem seu frágil controle da vida, dos outros e de si mesmo, então este sempre procurou não destruí-la pois precisava dela, mas mantê-la monitorada e sob rígido controle, tudo em vão.
Pobre homem que persiste em viver nestes novos tempos, onde não é mais o dominador, tenta ainda arrastar a mulher pelos cabelos como seu primo primata, mas em meios a tantos avanços capilares, os fios do cabelo da vida de sua submissa amada, escorre entre seus dedos calejados de equívocos ao longo dos séculos de fogueiras, forcas, agressões, trabalhos, profissões e salários abaixo da média dos seus pares ainda primatas.

Mas também ó pobre mulher que ocupou a vaga vazia  abandonada do trono deste homem infeliz, herdeiro do “Éden das possibilidades”  que se ausentou pelo medo das responsabilidades e de imediato projetou sua fraqueza na sensibilidade da mulher.
Penso que Pandora, não tinha uma caixa, ela é a a própria caixa, (ou vaso), os Deuses não a criaram como na história, apenas reconheceram seus dons de beleza, arte, justiça, habilidades, e então os homens superiores jamais conceberiam algo maior que eles, a menos que fosse sua criação, então desta forma, eles então ainda seriam maiores. Mas no pacote desta falsa criação acompanharam alguns defeitos, que na verdade são os defeitos velados destes mesmos criadores assustados.Ou seja, os males que saiam da Caixa de Pandora, na verdade são as inseguranças dos homens que não sabiam como lidar com esse a mulher que lhes tira a efêmera paz, controle e posse de tudo que foi herdade de um Deus obviamente homem e poderoso.

 

Então como os homens perceberam que falhavam e eram limitados,  fizeram o casamento perfeito com uma criatura feita de um pedaço destes, e o erro então seria natural,  pois a falha seria atribuído ao pedaço que lhe faltava, ou era o pedaço que errava e não eles, “PERFEITO”,  e assim a mulher ficou a sombra do tempo, escondendo a sombra do homem, que no fundo o pedaço que faltava, era da dignidade masculina riscada pelo medo do feminino que há em todo masculino.

A caixa de pandora e a mulher são inseparáveis, pois ambas são reveladoras e nós não podemos fugir quando elas colocam a sua luz em nossos olhos e nos mostram nossas imperfeições e fraquezas, no qual podemos juntos aprimorarmos e evoluirmos, e ainda mais, a mulher com a sua suavidade, naturalidade e amor,  adentra, repousa e conquista tudo que está nos céus, nos mares, e nas estrelas, a alma humana, conquista o seu eu próprio e nos mostra com amor e suavidade esse caminho para todos nós.

Ricardo Dih Ribeiro

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Autoconhecimento Formação Profissional

Entenda a Psicanálise na Casa da Psicanálise?

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Compreender a complexidade do ser humano e a si mesmo, sempre foi uma busca incessante do homem. Desde o registro mais antigo aos dias atuais, estamos nesse caminhar, as vezes tão recompensador e delicioso como um dia de sol, mas também as vezes tão obscuro e torturante como a própria noite dos tempos das cavernas em que o homem primata pouco podia compreender além do prazer e do sobreviver diário, entre um gozo de vida e outro, escapando da sua morte.

 

O estudo da psicanálise contemporânea, propõe analisar o homem  e a busca dos inúmeros motivos que o levam a ter determinados padrões de pensamentos e comportamentos ao longo de toda a sua caminhada existencial, procurando  compreender todas as possibilidades que contribuem em maior ou menor escala em seu equilíbrio psíquico, olhando-o sempre como um ser transcendente e universalista.

 

Uma formação pluralista em conhecimentos e técnicas em diversas correntes da psicanálise, permitem-nos uma visão ampla do ser, visto que cada um se manifesta de uma forma única, e todos somos de uma complexidade que só pode ser acessada com a ferramenta correta, sendo então fundamental o conhecimento de diversas áreas do saber; da filosofia, da PNL, da Reflexologia, da farmacologia, da neurociências, da acupuntura, do coaching, dos florais, da hipnose, entre outras, para iniciarmos um processo contínuo da compreensão do ser.

 

Sabemos que isso não descaracteriza os ensinamentos, mas abre-nos horizontes, quebra resistências e dissolve preconceitos, fortalece nossos valores e crenças e elimina o que no fundo apenas existia como uma idealização fútil e repressora. Liberta, renova,  nos deixando mais flexíveis e integro com a nossa consciência, o que deve ser o quesito básico para receber uma outra alma humana.

 

Através destes conceitos podemos compreender melhor nossas ações, nossos sentimentos,  e poderemos de forma mais consciente fazer escolhas mais saudáveis, felizes e equilibradas em nossas vidas. Sendo assim permitir que nossos pacientes também se encontrem consigo mesmos e possam percorrer estes mesmos caminhos que percorremos com paz, segurança e amor.

 

“Não existe  uma formação em Psicanálise, se não existir uma transformação em sua alma”  

 

                                               Ricardo Dih Ribeiro

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Autoconhecimento

COMO POSSO MUDAR A MINHA VIDA?

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Um dos princípios básicos para que ocorra uma mudança em nossas vidas, é que precisamos conhecer exatamente o que precisa ser modificado. Pode parecer uma observação óbvia, mas é exatamente nisso que consiste a falha no processo das mudanças humanas, pois no fundo não conhecemos todos os elementos que compõe a situação a ser modificada.

Seguindo essa premissa, é necessário que antes de começarmos qualquer modificação em nossas vidas,  iniciarmos um autoconhecimento, olharmos para dentro de nós, observarmos as nossas atitudes, e as razões que estão motivando os nossos movimentos.

Olharmos se temos um norte a seguir, se temos uma meta a ser atingida, e se nossas ações, nossas atitudes estão em conformidade com elas. Se nossos pensamentos diários vão de encontro positivo com essas metas ou seguem um caminho contrário.

Precisamos descobrir o que pensamos e as razões destes pensamentos. Se queremos o que desejamos, e que quando nos deparamos com uma fome física e abrimos a geladeira aberta, nada que ingerirmos saciará essa fome, se ela for uma fome da alma.

Se quando estamos irritados, se estamos irritados com o objeto externo, ou no fundo o objeto externo só está mostrando que a irritação está dentro de nós.

Esses e outros processos automáticos comportamentais, faz com que o foco seja perdido, e assim nos distraímos da nossa verdadeira essência.

Nesse embotamento dos olhos mentais, seguimos caminhos equivocados, tomamos atitudes contrárias ao que gostaríamos de executar e vivemos uma vida que não é nossa.

Vivemos a vida de outras pessoas, e ao longo de um período de tempo, a infelicidade faz sua morada em nossa alma e quando olhamos com mais critério o nosso redor, as areias do tempo do relógio da vida estão em seus últimos grãos, a escorrer entre nossos dedos, já cansados e muitas vezes machucados pelo  Sol impiedoso da descrença.

A alternativa  e a solução saudável é encontrar-se, descobrir-se, revelar-se. Ouse a se enfrentar e permita-se a mudança positiva em cada gesto, em cada pensamento, em cada palavra, em cada respiração.

Desta forma, poderá nesse encontro consigo mesmo, conhecer-se e responder a indagação feita a Kahlil Gibran, em que segundo ele, ficou mudo, quando lhe fizeram esta pergunta. – Quem és tú?

Ricardo Dih Ribeiro

 

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Análise de Filmes

Como eu era antes de você

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Sinopse:

Às vezes você encontra o amor onde menos imagina. E às vezes ele te leva onde nunca esperou ir. Louisa “Lou” Clark vive em uma pitoresca cidade de campo inglesa. Sem direção certa em sua vida, a criativa e peculiar garota de 26 anos vai de um emprego a outro para tentar ajudar sua família com as despesas. Seu jeito alegre no entanto é colocado à prova quando enfrenta o novo desafio de sua carreira. Ao aceitar um trabalho no “castelo” da cidade, ela se torna cuidadora e acompanhante de Will Traynor, um banqueiro jovem e rico que se tornou cadeirante após um acidente ocorrido dois anos antes, mudando seu o mundo dramaticamente em um piscar de olhos. Não mais uma alma aventureira, mas o agora cínico Will, está prestes a desistir. Isso até Lou ficar determinada a mostrar a ele que a vida vale ser vivida. Embarcando juntos em uma série de aventuras, Lou e Will irão obter mais do que esperavam e encontrarão suas vidas – e corações – mudando de um jeito que não poderiam ter imaginado.
Data de lançamento: 16 de junho de 2016 (Brasil)

REFLEXÕES SOBRE O FILME

A vida realmente não está e nunca esteve sobre o nosso controle, temos uma participação fundamental em direciona-la e darmos um sentido nessa direção, mas existe uma força maior que rege todo o universo e estamos sem dúvida incluídos nesse movimento em que foge ao nosso ilusório controle.

O filme nós trás muitas questões sobre como vivemos as nossas vidas e como ela nos leva a caminhos imprevisíveis, que podem ser limitante e tormentosos ou mágicos e único, tudo depende sempre de como podemos ver e sentir cada movimento dela.

O sofrimento existe entre dois pontos e num determinado período de tempo. O ponto do fato em que não aceitamos, não compreendemos e o ponto em que esse fato foi compreendido por nós. Esse tempo pode levar uma vida toda, 20 anos, 1 ano ou 1 segundo, o tempo do fato ocorrido e a compreensão dela, é o tempo do nosso sofrimento.

Simples de compreender, um pouco trabalhoso em colocar em prática, mas como tudo na vida, é praticando que nos aperfeiçoamos.

Então pratique a ginástica da compreensão dos fatos e diminua o tempo dos sofrimentos em sua vida.

Um filme com mais ensinamentos do que esse texto, mas agora é com você.

Ricardo Dih Ribeiro

 

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Autoconhecimento

A ARCA II – O que Noé não poderia imaginar

 

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TATUS  SE  ESCONDEM  DA VERDADE.

E  AS  GALINHAS  ESPALHAM  A  DOENÇA.

FORMIGAS  CONSTROEM  EDIFÍCIOS.

ENQUANTO  CACHORROS  EXPLORAM  AS  MULHERES.

LOBOS TE  DEVORAM  COM  JUROS  E  CORREÇÕES,

E ARANHAS NOS PEGAM EM SUAS TEIAS DE IMPOSTOS.

ELEFANTES DESTROEM  A NATUREZA  POR ONDE PASSAM.

ENQUANTO AS COBRAS ENVENENAM  NOSSO SANGUE E NOSSAS VIDAS.

BORBOLETAS  CRIAM  VIDA   E  COR  NO  CONCRETO  DA CIDADE.

ENQUANTO  PORCOS  JOGAM  SUA  LAMA  NAS COMUNICAÇÕES.

A ZEBRA CONTINUA DANDO FORA,   E  ESTÁ NO MEIO DO CAMINHO DE TODOS.

E A GIRAFA OLHA SEMPRE POR CIMA, COMO SE O PROBLEMA TAMBÉM NÃO FOSSE DELA.

ENQUANTO  A EMA DO GOVERNO ESCONDE SUA CABEÇA.

OS RINOCERONTES DEVORAM OS ESTOQUES DO GOVERNO.

ENQUANTO MILHÕES DE BESOUROS CONTINUAM EMPURRANDO A MERDA SOZINHOS.

AS HIENAS RIEM DA SITUAÇÃO.

E A CORUJA ESTALA OS OLHOS , VIRANDO A CABEÇA. 

ENQUANTO  SAPOS CONTINUAM FORA DA JOGADA.

GATAS  FICAM COM QUEM DÁ MAIS.

ENQUANTO  GATOS BEM INTENCIONADOS VIRAM TAMBORIM,  VIRAM CHURRASQUINHOS DE ESQUINAS, VIRAM GATO POR LEBRE…..ENQUANTO A LEBRE VIRA COELHO…..QUE PERDE A CORRIDA PARA A TARTARUGA…..QUE NUNCA LEVA O PRÊMIO. SÓ PAGA A CONTA.

……….AH ….ENQUANTO ISSO NOÉ COM SUAS FERRAMENTAS DE OURO, ESTA ESPERANDO A LIBERAÇÃO DO IBAMA, PARA PEGAR UNS PAUZINHOS E ALGUNS BICHINHOS,  PARA FAZER  BEM RAPIDINHO UMA NOVA ARCA. 

 A  ARCA  DE  NOÉ  DO  MENINO  MALUQUINHO.

Ricardo Dih Ribeiro

 

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Sagrado Feminino & Masculino

GESTAÇÃO PSÍQUICA

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Seres noturnos que buscam a luz estão em gestação psíquica, com seus abortos ideológicos e seus vômitos conceituais, presos em diarreias diárias de personas escravizantes. Procuram constantemente drenar seus valores indigestos, a cada novo olhar em suas escuras fendas do ser invisível que habita dentro de si mesmo.

Assim caminham para a autenticidade do nada ser, desconstruindo-se e apenas sendo por um breve momento o verbo estar, estando as vezes no nada, estando as vezes no tudo e estando sempre cheios de vazio que os levará a liberdade.

Estão conscientes da mudança que sempre existiu na liberação da velha roupagem que um dia foi sua própria essência.

Ricardo Dih Ribeiro

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Autoconhecimento Sagrado Feminino & Masculino

QUANDO EU PARTIR . . . EU ESTAREI MAIS PERTO DE VOCÊ.

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Quando meu corpo estiver deitado, não adianta mais ir ao meu encontro,  pois não estarei mais ali, estarei agora num breve e suave pensamento quando sentir uma brisa leve em teu rosto.

Quando eu estiver imóvel, já será tarde demais para sairmos juntos, pois agora eu já parti,  mas me convide que te encontrarei em teus sonhos.

Quando as suas lágrimas caírem, pare, muitas das minhas já caíram, agora nesse instante preciso de toda a alegria que existe dentro de você, preciso do teu sorriso.

Quando se revoltar contra tudo e contra todos, acalma-se,  não há culpados e inocentes, há apenas responsáveis, e as oportunidades não foram perdidas, apenas aproveitadas de forma diferente.

Quando o sentido da vida se perder, continua a caminhar,  pois na verdade eu não era o sentido da sua vida, eu apenas estava  caminhando ao teu lado quando nos encontramos e nossos caminhos eram os mesmos.

Quando sentir a saudade tocar seu coração e lembrar-se do calor do meu toque, vá na direção do próximo, e tenha certeza que estarei ali, de forma diferente, mas estarei, pois em tudo há o amor.

Quando desistir de caminhar por não me encontrar ao seu lado,  outras pessoas como você esperam para caminhar juntas, aproxime-se, veja e sinta que a cor e a vida não estava só em mim, mas também em ti e no caminho.

Quando sentir-se só, lembre-se estarei mais perto de você, pois talvez agora possa sentir a verdadeira essência da vida…O AMOR…e o quanto eu te amei e ainda te amo.

(Ricardo Dih Ribeiro, texto inspirado numa frase da Marilda “quando eu morrer não chore em cima do meu corpo…pois ele não mais me pertence e eu não estarei mais ali.)