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Universo Quântico

Isso não começou com você: Como traumas familiares moldam quem você é

Uma característica bem documentada sobre trauma familiar para muitos, é a nossa incapacidade de articular o que nos acontece. Nós não só sabemos como falar, mas também se perde em nossa memória. Durante um incidente traumático, nossos processos de pensamentos tornam-se dispersos e desorganizados de tal forma que já não reconhecemos as memórias como pertencentes ao evento original. Em vez disso, fragmentos de memória, dispersos como imagens, sensações corporais e palavras, são armazenados em nosso inconsciente e podem ser ativados posteriormente por qualquer coisa, mesmo que remotamente, que relembre a experiência original. Uma vez que eles são acionados, é como se um botão de rebobinação invisível tivesse sido pressionado, fazendo-nos reencontrar aspectos do trauma original em nossas vidas no dia-a-dia. Inconscientemente, podemos nos encontrar reagindo a certas pessoas, eventos ou situações de maneiras antigas e familiares que ecoam do passado.

Sigmund Freud identificou esse padrão há mais de cem anos. A reconstituição traumática, ou a “compulsão de repetição”, como Freud nomeou, é uma tentativa do inconsciente de reproduzir o que não está resolvido, para que possamos “entender”. Essa unidade inconsciente para reviver eventos passados ​​poderia ser um dos mecanismos que trabalha quando as famílias repetem traumas não resolvidos nas gerações passadas.

O contemporâneo de Freud, Carl Jung, também acreditava que o que permanece inconsciente não se dissolve, mas ressurge em nossas vidas como destino ou fortuna. “Tudo o que não surge como consciência”, disse ele, “retorna como destino”. Em outras palavras, é provável que continuemos repetindo nossos padrões inconscientes até trazê-los à luz da consciência. Jung e Freud observaram que tudo o que é muito difícil de processar não desaparece por conta própria, mas sim é armazenado em nosso inconsciente.

Freud e Jung observaram cada vez que fragmentos de experiências de vida previamente bloqueadas, suprimidas ou reprimidas apareciam nas palavras, gestos e comportamentos de seus pacientes. Durante décadas, terapeutas viram pistas, como lapsos de linguagem, padrões de acidentes, ou imagens oníricas como mensageiros que brilham uma luz para as regiões indizíveis e impensáveis de vida de seus clientes.

Os avanços recentes na tecnologia de imagem permitiram que os pesquisadores desvendassem o cérebro e as funções corporais que “falharam” ou “quebraram” durante episódios devastadores. Bessel van der Kolk é um psiquiatra holandês conhecido por sua pesquisa sobre o estresse pós-traumático. Ele explica que durante um trauma, o centro de fala encerra, assim como o córtex pré-frontal medial, a parte do cérebro responsável por experimentar o momento presente. Ele descreve o “terror sem fala” do trauma como a experiência de estar em uma “perda de palavras”, uma ocorrência comum quando os caminhos cerebrais de lembrança são dificultados durante períodos de ameaça ou perigo. “Quando as pessoas revivem suas experiências traumáticas”, diz ele, “os lobos frontais ficam prejudicados e, como resultado, eles têm dificuldade para pensar e falar”.

Ainda assim, tudo não é silencioso: palavras, imagens e impulsos que se fragmentam após um evento traumático emergem para formar uma linguagem secreta de nosso sofrimento que carregamos conosco. Nada está perdido. As peças acabaram de ser reencaminhadas.

As tendências emergentes em psicoterapia estão agora começando a apontar além dos traumas individuais também incluem eventos traumáticos na história familiar e social como parte do quadro inteiro. As tragédias que variam em tipo e intensidade — como o abandono, o suicídio e a guerra, ou a morte precoce de uma criança, pai ou irmão — podem enviar ondas de choque de angústia em cascata de uma geração para a próxima. Desenvolvimentos recentes nos campos da biologia celular, neurobiologia, epigenética e psicologia do desenvolvimento sublinham a importância de explorar pelo menos três gerações de história familiar para entender o mecanismo por trás dos padrões de trauma e sofrimento que se repetem.

A seguinte história oferece um exemplo vívido

Quando conheci Jesse, ele não teve uma noite inteira de sono por mais de um ano. Sua insônia era evidente nas sombras escuras ao redor de seus olhos, mas o vazio de seu olhar sugeria uma história mais profunda. Apesar de apenas vinte anos, Jesse ficou com pelo menos dez anos de idade. Ele afundou no meu sofá como se suas pernas já não aguentassem seu peso.

Jesse explicou que ele tinha sido um atleta-estrela e um aluno com ótimas notas, mas que sua persistente insônia havia iniciado uma espiral descendente de depressão e desespero. Como resultado, ele abandonou a faculdade e teve que perder a bolsa de beisebol que ele tinha batalhado tão duro para conseguir. Ele procurou desesperadamente ajuda para recuperar sua vida e colocar ela no caminho certo. Ao longo do último ano, ele tinha estado em três médicos, dois psicólogos, uma clínica de sono e um médico naturopata. Nenhum deles, ele relatou em um monólogo, foi capaz de oferecer qualquer ideia do que fosse ou ajuda real. Jesse, olhava principalmente para o chão enquanto compartilhava sua história, me disse que estava no fundo do poço.

Quando perguntei se ele tinha alguma ideia sobre o que poderia ter desencadeado sua insônia, ele balançou a cabeça. O sono sempre veio facilmente para Jesse. Então, uma noite, logo após o décimo nono aniversário, ele acordou de repente às 3:30 da manhã. Ele estava gelado, tremendo, incapaz de se aquecer, não importava o que tentasse. Três horas e vários cobertores mais tarde, Jesse ainda estava bem acordado. Não só ele estava frio e cansado, como ele foi agarrado por um estranho medo que ele nunca experimentou antes, um medo de que algo horrível pudesse acontecer se ele se deixasse caísse no sono. Se eu for dormir, nunca vou acordar. Toda vez que ele sentia-se sonolento, o medo o trazia de volta à vigília. O padrão repetiu-se na noite seguinte, e a noite depois disso. Logo a insônia tornou-se uma provação noturna. Jesse sabia que seu medo era irracional, mas ele se sentia indefeso para acabar com isso.

Escutei atentamente enquanto Jesse falava. O que se destacou para mim era um detalhe incomum — ele estava extremamente frio, “congelando”, ele disse, antes do primeiro episódio. Comecei a explorar isso com Jesse e perguntei se alguém de ambos os lados da família sofria de um trauma que envolvesse “frio”, ou estar “adormecido” ou algo com a idade “dezenove”.

Jesse revelou que sua mãe tinha recentemente informado sobre a trágica morte do irmão mais velho de seu pai — um tio que ele nunca soube que ele tinha. O tio Colin tinha apenas dezenove anos quando congelou até a morte controlando as linhas de energia em uma tempestade ao norte de Yellowknife, nos Territórios do Noroeste do Canadá. Trilhas na neve revelaram que ele tinha se esforçado para não cair. Eventualmente, ele foi encontrado à beira de uma nevasca, tendo perdido consciência por conta da hipotermia. Sua morte foi uma perda tão trágica que a família nunca falou seu nome novamente. Agora, três décadas depois, Jesse estava inconscientemente revivendo aspectos da morte de Colin — especificamente, o terror inconsciente de adormecer. Para Colin, cair significava morte. Para Jesse, adormecer deve ter sentido o mesmo.

Fazer a conexão foi um ponto de virada para Jesse. Uma vez que ele percebeu que sua insônia tinha sua origem em um evento que ocorreu trinta anos antes, ele finalmente teve uma explicação para o medo de adormecer. O processo de cura agora poderia começar. Com ferramentas que Jesse aprendeu em nosso trabalho em conjunto, que será detalhado mais adiante neste livro, ele conseguiu se libertar do trauma sofrido por um tio que ele nunca conheceu, mas cujo terror ele inconscientemente assumiu como seu. Não só Jesse se sentiu livre da neblina pesada da insônia, ele ganhou uma sensação mais profunda de conexão com sua família, com seu presente e seu passado.

Na tentativa de explicar histórias como a de Jesse, os cientistas agora são capazes de identificar marcadores biológicos — evidências de que os traumas podem e passam de uma geração para a outra. Rachel Yehuda, professora de psiquiatria e neurociência na Mount Sinai School of Medicine em Nova York, é um dos principais especialistas mundiais em estresse pós-traumático, uma verdadeira pioneira neste campo. Em numerosos estudos, Yehuda examinou a neurobiologia do TEPT em sobreviventes do Holocausto e seus filhos. Sua pesquisa sobre o cortisol em particular (o hormônio do estresse que ajuda nosso corpo a voltar ao normal depois de experimentar um trauma) e seus efeitos sobre a função cerebral revolucionaram a compreensão e o tratamento do TEPT em todo o mundo. (Pessoas com TEPT revivem sentimentos e sensações associadas a um trauma apesar do fato de que o trauma ocorreu no passado.)

Yehuda e sua equipe descobriram que os filhos de sobreviventes do Holocausto que tinham TEPT nasceram com níveis baixos de cortisol semelhantes aos seus pais, predispondo-os a reviver os sintomas de TEPT da geração anterior. Sua descoberta de níveis baixos de cortisol em pessoas que experimentaram um evento traumático agudo tem sido controversa, indo contra a noção de longa data de que o estresse está associado a altos níveis de cortisol. Especificamente, nos casos de TEPT crônica, a produção de cortisol pode ser suprimida, contribuindo para os baixos níveis medidos em ambos os sobreviventes e seus filhos.

Yehuda descobriu níveis baixos de cortisol em veteranos de guerra, bem como em mães grávidas que desenvolveram TEPT depois de serem expostas aos ataques do World Trade Center e em seus filhos. Não só ela descobriu que os sobreviventes em seu estudo produziram menos cortisol, uma característica que eles podem transmitir aos seus filhos, ela observa que vários distúrbios psiquiátricos relacionados ao estresse, incluindo TEPT, síndrome da dor crônica e síndrome da fadiga crônica, estão associados a baixos níveis sanguíneos de cortisol. Curiosamente, 50 a 70 % dos pacientes com TEPT também atendem os critérios diagnósticos para depressão maior ou outra disposição ou transtorno de ansiedade.

A pesquisa de Yehuda demonstra que você e eu somos três vezes mais propensos a experimentar sintomas de TEPT se um dos nossos pais tiveram TEPT e, como resultado, é provável que soframos de depressão ou ansiedade. Ela acredita que este tipo de TEPT geracional é herdado, em vez de ocorrer de nossa exposição às histórias de nossos pais sobre suas provações. Yehuda foi uma dos primeiros pesquisadores a mostrar como descendentes de sobreviventes de trauma carregam sintomas físicos e emocionais de traumas que eles não experimentam diretamente.

Esse foi o caso com Gretchen.

Depois de anos tomando antidepressivos, participando de sessões de conversação e terapia grupal e tentar várias abordagens cognitivas para mitigar os efeitos do estresse, seus sintomas de depressão e ansiedade permaneceram inalterados.

Gretchen me disse que não queria mais viver. Enquanto ela se lembrava, ela lutava com emoções tão intensas que mal podiam conter os surtos em seu corpo. Gretchen foi admitida várias vezes em um hospital psiquiátrico onde foi diagnosticada como bipolar com transtorno de ansiedade grave. A medicação trouxe um ligeiro alívio, mas nunca tocou nos poderosos impulsos suicidas que viviam dentro dela. Quando adolescente, ela se machucou ao queimar-se com uma bituca ainda acesa de um cigarro. Agora, aos trinta e nove anos, Gretchen tinha tido o suficiente. Sua depressão e ansiedade, disse ela, impediram que ela se casasse e tivesse filhos. Num tom de voz surpreendentemente importante, ela me disse que estava planejando suicidar-se antes do próximo aniversário.

Ouvindo Gretchen, tive o forte senso de que deve haver um trauma significativo na história da família. Em tais casos, considero essencial prestar muita atenção às palavras que estão sendo faladas por indícios do evento traumático subjacente aos sintomas de um cliente.

Quando perguntei como ela planejava se matar, Gretchen disse que ia se vaporizar. Por mais incompreensível que possa parecer para a maioria de nós, seu plano era, literalmente, pular em um tonel de aço fundido na fábrica onde seu irmão trabalhava. “Meu corpo irá incinerar em segundos”, disse ela, olhando diretamente nos meus olhos, “mesmo antes de chegar ao fundo”.

Fiquei impressionado com a falta de emoção enquanto ela falava. Qualquer coisa que estivesse presa parecia ter sido abandonada por dentro. Ao mesmo tempo, as palavras “vaporizavam” e “incineravam” palpitaram dentro de mim. Tendo trabalhado com muitos filhos e netos cujas famílias foram afetadas pelo Holocausto, aprendi, a deixar suas palavras me levarem. Eu queria que Gretchen me contasse mais.

Perguntei se alguém em sua família era judeu ou estava envolvido no Holocausto. Gretchen começou a dizer que não, mas depois se deteve e lembrou uma história sobre sua avó. Ela nasceu em uma família judaica na Polônia, mas se converteu ao catolicismo quando veio para aos Estados Unidos em 1946 e casou-se com o avô de Gretchen. Dois anos antes, a família inteira de sua avó havia morrido nos fornos de Auschwitz. Eles tinham sido literalmente vaporizados — envoltos em vapores venenosos — e incinerados. Ninguém na família imediata de Gretchen nunca falou com sua avó sobre a guerra, nem sobre o destino de seus irmãos ou seus pais. Em vez disso, como é frequentemente o caso de trauma extremo, eles evitam o assunto por completo.

Gretchen conhecia os fatos básicos de sua história familiar, mas nunca a havia conectado isso à sua própria ansiedade e depressão. Ficou claro para mim que as palavras que ela usava e os sentimentos que ela descreveu não se originaram com ela, mas de fato se originaram com sua avó e os membros da família que perderam a vida.

Quando expliquei a conexão, Gretchen ouviu atentamente. Seus olhos se arregalaram e a cor subiu nas bochechas. Eu poderia dizer que o que eu disse estava ressoando. Pela primeira vez, Gretchen teve uma explicação para o sofrimento que fazia sentido para ela.

Para ajudá-la a aprofundar seu novo entendimento, convidei-a a imaginar em pé nos sapatos da sua avó, representada por um par de pegadas de borracha de espuma que coloquei no tapete no centro do meu escritório. Pedi-lhe que imaginasse sentir o que a avó poderia ter sentido depois de ter perdido todos os seus entes queridos. Levando-o mesmo a um passo adiante, perguntei-lhe se ela poderia literalmente ficar de pé nas pegadas como sua avó e sentir os sentimentos de sua avó em seu próprio corpo. Gretchen relatou sensações de perda e sofrimento muito fortes, solidão e isolamento. Ela também experimentou o profundo sentimento de culpa que muitos sobreviventes sentem e a sensação de permanecer vivo enquanto os entes queridos foram mortos.

Chegar a um acordo com trauma

Para processar trauma, muitas vezes é útil para os clientes ter uma experiência direta dos sentimentos e sensações que foram submersos no seu corpo. Quando Gretchen conseguiu acessar essas sensações, ela percebeu que seu desejo de se aniquilar estava profundamente entrelaçado com seus familiares perdidos. Ela também percebeu que adotara algum elemento do desejo de sua avó de morrer. Quando Gretchen absorveu esse entendimento, vendo a história da família em uma nova luz, seu corpo começou a suavizar, como se algo dentro dela tivesse sido enrolado até agora e então ela poderia relaxar.

Tal como acontece com Jesse, o reconhecimento de Gretchen de que seu trauma estava enterrado na história não pronuncia da sua família era apenas o primeiro passo em seu processo de cura. Uma compreensão intelectual por si só raramente é suficiente para uma mudança duradoura para ocorrer. Muitas vezes, a consciência precisa ser acompanhada por uma experiência visceral profundamente sentida.

Uma herança familiar inesperada

Um menino pode ter as pernas longas de seu avô e uma garota pode ter o nariz de sua mãe, mas Jesse havia herdado o medo de seu tio de nunca acordar, e Gretchen carregou a história do Holocausto da família em sua depressão. Adormecido dentro de cada um deles estavam fragmentos de traumas demais para serem resolvidos em uma geração.

Quando aqueles em nossa família experimentaram traumas insuportáveis ​​ou sofrem com imensa culpa ou sofrimento, os sentimentos podem ser esmagadores e podem escalar além do que eles podem gerenciar ou resolver. É a natureza humana; Quando a dor é muito grande, as pessoas tendem a evitá-la. No entanto, quando bloqueamos os sentimentos, inconscientemente entravamos o processo de cura necessário que pode nos levar a uma libertação natural.

Às vezes, a dor submerge até encontrar um caminho para expressão ou resolução. Essa expressão é frequentemente encontrada nas gerações que se seguem e pode ressurgir como sintomas que são difíceis de explicar. Para Jesse, o frio e o tremor implacáveis ​​não apareceram até atingir a idade que seu tio Colin estava quando congelou até a morte. Para Gretchen, a ansiedade e desespero e os impulsos suicidas de sua avó estiveram com ela durante o tempo que ela conseguiu lembrar. Esses sentimentos se tornaram uma parte de sua vida que ninguém jamais pensou em considerar que os sentimentos não se originavam com ela.

Atualmente, nossa sociedade não oferece muitas opções para ajudar pessoas como Jesse e Gretchen que carregam remanescentes de trauma familiar herdado. Normalmente, eles podem consultar um médico, psicólogo ou psiquiatra e receber medicamentos, terapia ou alguma combinação de ambos. Mas, embora essas caminhos possam trazer algum alívio, geralmente não fornecem uma solução completa.

Nem todos nós temos traumas tão dramáticos quanto os de Gretchen ou Jesse na nossa história familiar. No entanto, eventos como a morte de um bebê, uma criança dada para adoção, a perda da casa ou mesmo a falta da atenção de uma mãe ou pai podem ter o efeito de colapsar os muros de apoio e restringir o fluxo de amor em nossa família . Com a origem desses traumas à vista, os padrões familiares de longa data podem finalmente ser postos para descansar. É importante notar que nem todos os efeitos do trauma são negativos.

De acordo com Rachel Yehuda, o propósito de uma mudança epigenética é expandir o leque de maneiras de responder em situações estressantes, o que ela diz é positivo. “Quem você preferiria que estivesse em uma zona de guerra?”, Ela pergunta. “Alguém que teve adversidade prévia [e] sabe como se defender? Ou alguém que nunca teve que lutar por nada? “Uma vez que entendemos o que as mudanças biológicas do estresse e do trauma devem fazer, ela diz:” Nós podemos desenvolver uma maneira melhor de nos explicar quais são nossas verdadeiras capacidades e potenciais”.

Visto desta maneira, os traumas que herdamos ou experimentamos em primeira mão não só podem criar um legado de angústia, mas também podem forjar um legado de força e resiliência que podem ser sentidas pelas gerações vindouras.

Este artigo é um trecho do livro de Mark Wolynn, Mark Wolynn’s book, It Didn’t Start With You: How Inherited Family Trauma Shapes Who We Are and How to End the Cycle.

Texto em inglês aqui. Tradução livre por Yatahaze.

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Formação Profissional

UMA  NOVA  PSICANÁLISE  –  UMA  NOVA  VISÃO DO SER

 

A visão de uma psicanálise contemporânea, aberta e integrada a outras áreas do saber, permite uma busca segura dos motivos que levam o homem a ter determinados padrões de pensamentos e comportamentos.

 

Possuir uma formação pluralista, transpessoal e sistêmica com conhecimentos em técnicas das diversas correntes psicanalíticas permite uma visão ampla do ser, visto que cada pessoa manifesta-se de uma forma única, e todos possuem uma complexidade que só pode ser acessada com as ferramentas adequadas, tornando-se então fundamental o conhecimento dessas diversas áreas do saber para um processo mais seguro na compreensão do ser.

 

Essa nova psicanálise abre horizontes, quebra resistências e dissolve pré-conceitos, fortalece valores e crenças positivas, elimina idealizações fúteis, estruturas repressoras e limitantes do aprendiz a profissão.

 

Liberta, renova  e torna as mentes humanas mais livres e flexíveis frente a um vasto oceano inconsciente a ser desvendado.

 

Uma nova proposta em psicanálise deve compreender melhor as ações do homem e os sentimentos que os envolvem sistemicamente, deve permitir escolhas mais conscientes e saudáveis, equilibrando vidas e permitindo o encontro consigo mesmo, conduzindo-o a percorrer um caminho não quimérico, mas real de paz, amor e compreensão de si e do outro e de todo universo que nos cerca.

 

 

“Não existe  uma formação em Psicanálise, se não existir uma transformação em sua alma.”                  

 

Ricardo Dih Ribeiro

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Curiosidades

10 Curiosidades Comportamentais

1. Sua música favorita provavelmente é relacionada a um evento emocional

2. A música tem impacto na sua perspectiva das coisas.

3. Quanto mais você se dedica a outros, mais feliz você é.

4. Gastar dinheiro em experiências ao invés de coisas materiais também faz você feliz.

5. As pessoas hoje têm mais problemas psicológicos que a média dos pacientes de alas psiquiátricas em 1950.

6. As pessoas dos 18 aos 33 anos são os mais estressados do planeta.

7. Se você convencer seu cérebro de que dormiu bem, se sentirá como se tivesse dormido.

8. Pessoas inteligentes se subestimam, enquanto as ignorantes pensam que são brilhantes.

9. Quando você se lembrar de um evento passado, na verdade você está se lembrando da última vez que você se lembrou dele.

10. Se você anunciar seus objetivos, é menos provável que irá atingi-los.

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Autoconhecimento Sagrado Feminino & Masculino

A MULHER E A CAIXA DE PANDORA

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O nome “Pandora” possui vários significados: panta dôra, a que possui todos os dons, ou pantôn dôra, a que é o dom de todos (dos deuses).
Deixando a historia de lado pela visão  milenar e vergonhosa do machismo, onde coloca a mulher como equivocada, pois a mesma abre a caixa de pandora e libera todo o mal para a humanidade, ou a coloca aliada ao mal,  pelo seu coração conter elementos perversos, onde ela o faz de modo consciente, o que a torna mais cruel, problemática e conflituosa ainda.
Na filosofia pagã, Pandora não é a fonte do mal; ela é a fonte da força, da dignidade e da beleza, portanto, sem a adversidade o ser humano não poderia melhorar.
E a na historia a mulher sempre representou um figura perigosa, que com sua beleza, graça, doçura e sensibilidades diversas, fazia com que os homens com toda a sua “força, inteligência e poder”, se perdessem em seus encantos e perdessem seu frágil controle da vida, dos outros e de si mesmo, então este sempre procurou não destruí-la pois precisava dela, mas mantê-la monitorada e sob rígido controle, tudo em vão.
Pobre homem que persiste em viver nestes novos tempos, onde não é mais o dominador, tenta ainda arrastar a mulher pelos cabelos como seu primo primata, mas em meios a tantos avanços capilares, os fios do cabelo da vida de sua submissa amada, escorre entre seus dedos calejados de equívocos ao longo dos séculos de fogueiras, forcas, agressões, trabalhos, profissões e salários abaixo da média dos seus pares ainda primatas.

Mas também ó pobre mulher que ocupou a vaga vazia  abandonada do trono deste homem infeliz, herdeiro do “Éden das possibilidades”  que se ausentou pelo medo das responsabilidades e de imediato projetou sua fraqueza na sensibilidade da mulher.
Penso que Pandora, não tinha uma caixa, ela é a a própria caixa, (ou vaso), os Deuses não a criaram como na história, apenas reconheceram seus dons de beleza, arte, justiça, habilidades, e então os homens superiores jamais conceberiam algo maior que eles, a menos que fosse sua criação, então desta forma, eles então ainda seriam maiores. Mas no pacote desta falsa criação acompanharam alguns defeitos, que na verdade são os defeitos velados destes mesmos criadores assustados.Ou seja, os males que saiam da Caixa de Pandora, na verdade são as inseguranças dos homens que não sabiam como lidar com esse a mulher que lhes tira a efêmera paz, controle e posse de tudo que foi herdade de um Deus obviamente homem e poderoso.

 

Então como os homens perceberam que falhavam e eram limitados,  fizeram o casamento perfeito com uma criatura feita de um pedaço destes, e o erro então seria natural,  pois a falha seria atribuído ao pedaço que lhe faltava, ou era o pedaço que errava e não eles, “PERFEITO”,  e assim a mulher ficou a sombra do tempo, escondendo a sombra do homem, que no fundo o pedaço que faltava, era da dignidade masculina riscada pelo medo do feminino que há em todo masculino.

A caixa de pandora e a mulher são inseparáveis, pois ambas são reveladoras e nós não podemos fugir quando elas colocam a sua luz em nossos olhos e nos mostram nossas imperfeições e fraquezas, no qual podemos juntos aprimorarmos e evoluirmos, e ainda mais, a mulher com a sua suavidade, naturalidade e amor,  adentra, repousa e conquista tudo que está nos céus, nos mares, e nas estrelas, a alma humana, conquista o seu eu próprio e nos mostra com amor e suavidade esse caminho para todos nós.

Ricardo Dih Ribeiro

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Autoconhecimento Formação Profissional

Entenda a Psicanálise na Casa da Psicanálise?

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Compreender a complexidade do ser humano e a si mesmo, sempre foi uma busca incessante do homem. Desde o registro mais antigo aos dias atuais, estamos nesse caminhar, as vezes tão recompensador e delicioso como um dia de sol, mas também as vezes tão obscuro e torturante como a própria noite dos tempos das cavernas em que o homem primata pouco podia compreender além do prazer e do sobreviver diário, entre um gozo de vida e outro, escapando da sua morte.

 

O estudo da psicanálise contemporânea, propõe analisar o homem  e a busca dos inúmeros motivos que o levam a ter determinados padrões de pensamentos e comportamentos ao longo de toda a sua caminhada existencial, procurando  compreender todas as possibilidades que contribuem em maior ou menor escala em seu equilíbrio psíquico, olhando-o sempre como um ser transcendente e universalista.

 

Uma formação pluralista em conhecimentos e técnicas em diversas correntes da psicanálise, permitem-nos uma visão ampla do ser, visto que cada um se manifesta de uma forma única, e todos somos de uma complexidade que só pode ser acessada com a ferramenta correta, sendo então fundamental o conhecimento de diversas áreas do saber; da filosofia, da PNL, da Reflexologia, da farmacologia, da neurociências, da acupuntura, do coaching, dos florais, da hipnose, entre outras, para iniciarmos um processo contínuo da compreensão do ser.

 

Sabemos que isso não descaracteriza os ensinamentos, mas abre-nos horizontes, quebra resistências e dissolve preconceitos, fortalece nossos valores e crenças e elimina o que no fundo apenas existia como uma idealização fútil e repressora. Liberta, renova,  nos deixando mais flexíveis e integro com a nossa consciência, o que deve ser o quesito básico para receber uma outra alma humana.

 

Através destes conceitos podemos compreender melhor nossas ações, nossos sentimentos,  e poderemos de forma mais consciente fazer escolhas mais saudáveis, felizes e equilibradas em nossas vidas. Sendo assim permitir que nossos pacientes também se encontrem consigo mesmos e possam percorrer estes mesmos caminhos que percorremos com paz, segurança e amor.

 

“Não existe  uma formação em Psicanálise, se não existir uma transformação em sua alma”  

 

                                               Ricardo Dih Ribeiro

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Autoconhecimento

COMO POSSO MUDAR A MINHA VIDA?

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Um dos princípios básicos para que ocorra uma mudança em nossas vidas, é que precisamos conhecer exatamente o que precisa ser modificado. Pode parecer uma observação óbvia, mas é exatamente nisso que consiste a falha no processo das mudanças humanas, pois no fundo não conhecemos todos os elementos que compõe a situação a ser modificada.

Seguindo essa premissa, é necessário que antes de começarmos qualquer modificação em nossas vidas,  iniciarmos um autoconhecimento, olharmos para dentro de nós, observarmos as nossas atitudes, e as razões que estão motivando os nossos movimentos.

Olharmos se temos um norte a seguir, se temos uma meta a ser atingida, e se nossas ações, nossas atitudes estão em conformidade com elas. Se nossos pensamentos diários vão de encontro positivo com essas metas ou seguem um caminho contrário.

Precisamos descobrir o que pensamos e as razões destes pensamentos. Se queremos o que desejamos, e que quando nos deparamos com uma fome física e abrimos a geladeira aberta, nada que ingerirmos saciará essa fome, se ela for uma fome da alma.

Se quando estamos irritados, se estamos irritados com o objeto externo, ou no fundo o objeto externo só está mostrando que a irritação está dentro de nós.

Esses e outros processos automáticos comportamentais, faz com que o foco seja perdido, e assim nos distraímos da nossa verdadeira essência.

Nesse embotamento dos olhos mentais, seguimos caminhos equivocados, tomamos atitudes contrárias ao que gostaríamos de executar e vivemos uma vida que não é nossa.

Vivemos a vida de outras pessoas, e ao longo de um período de tempo, a infelicidade faz sua morada em nossa alma e quando olhamos com mais critério o nosso redor, as areias do tempo do relógio da vida estão em seus últimos grãos, a escorrer entre nossos dedos, já cansados e muitas vezes machucados pelo  Sol impiedoso da descrença.

A alternativa  e a solução saudável é encontrar-se, descobrir-se, revelar-se. Ouse a se enfrentar e permita-se a mudança positiva em cada gesto, em cada pensamento, em cada palavra, em cada respiração.

Desta forma, poderá nesse encontro consigo mesmo, conhecer-se e responder a indagação feita a Kahlil Gibran, em que segundo ele, ficou mudo, quando lhe fizeram esta pergunta. – Quem és tú?

Ricardo Dih Ribeiro

 

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Análise de Filmes

Como eu era antes de você

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Sinopse:

Às vezes você encontra o amor onde menos imagina. E às vezes ele te leva onde nunca esperou ir. Louisa “Lou” Clark vive em uma pitoresca cidade de campo inglesa. Sem direção certa em sua vida, a criativa e peculiar garota de 26 anos vai de um emprego a outro para tentar ajudar sua família com as despesas. Seu jeito alegre no entanto é colocado à prova quando enfrenta o novo desafio de sua carreira. Ao aceitar um trabalho no “castelo” da cidade, ela se torna cuidadora e acompanhante de Will Traynor, um banqueiro jovem e rico que se tornou cadeirante após um acidente ocorrido dois anos antes, mudando seu o mundo dramaticamente em um piscar de olhos. Não mais uma alma aventureira, mas o agora cínico Will, está prestes a desistir. Isso até Lou ficar determinada a mostrar a ele que a vida vale ser vivida. Embarcando juntos em uma série de aventuras, Lou e Will irão obter mais do que esperavam e encontrarão suas vidas – e corações – mudando de um jeito que não poderiam ter imaginado.
Data de lançamento: 16 de junho de 2016 (Brasil)

REFLEXÕES SOBRE O FILME

A vida realmente não está e nunca esteve sobre o nosso controle, temos uma participação fundamental em direciona-la e darmos um sentido nessa direção, mas existe uma força maior que rege todo o universo e estamos sem dúvida incluídos nesse movimento em que foge ao nosso ilusório controle.

O filme nós trás muitas questões sobre como vivemos as nossas vidas e como ela nos leva a caminhos imprevisíveis, que podem ser limitante e tormentosos ou mágicos e único, tudo depende sempre de como podemos ver e sentir cada movimento dela.

O sofrimento existe entre dois pontos e num determinado período de tempo. O ponto do fato em que não aceitamos, não compreendemos e o ponto em que esse fato foi compreendido por nós. Esse tempo pode levar uma vida toda, 20 anos, 1 ano ou 1 segundo, o tempo do fato ocorrido e a compreensão dela, é o tempo do nosso sofrimento.

Simples de compreender, um pouco trabalhoso em colocar em prática, mas como tudo na vida, é praticando que nos aperfeiçoamos.

Então pratique a ginástica da compreensão dos fatos e diminua o tempo dos sofrimentos em sua vida.

Um filme com mais ensinamentos do que esse texto, mas agora é com você.

Ricardo Dih Ribeiro

 

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Autoconhecimento

A ARCA II – O que Noé não poderia imaginar

 

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TATUS  SE  ESCONDEM  DA VERDADE.

E  AS  GALINHAS  ESPALHAM  A  DOENÇA.

FORMIGAS  CONSTROEM  EDIFÍCIOS.

ENQUANTO  CACHORROS  EXPLORAM  AS  MULHERES.

LOBOS TE  DEVORAM  COM  JUROS  E  CORREÇÕES,

E ARANHAS NOS PEGAM EM SUAS TEIAS DE IMPOSTOS.

ELEFANTES DESTROEM  A NATUREZA  POR ONDE PASSAM.

ENQUANTO AS COBRAS ENVENENAM  NOSSO SANGUE E NOSSAS VIDAS.

BORBOLETAS  CRIAM  VIDA   E  COR  NO  CONCRETO  DA CIDADE.

ENQUANTO  PORCOS  JOGAM  SUA  LAMA  NAS COMUNICAÇÕES.

A ZEBRA CONTINUA DANDO FORA,   E  ESTÁ NO MEIO DO CAMINHO DE TODOS.

E A GIRAFA OLHA SEMPRE POR CIMA, COMO SE O PROBLEMA TAMBÉM NÃO FOSSE DELA.

ENQUANTO  A EMA DO GOVERNO ESCONDE SUA CABEÇA.

OS RINOCERONTES DEVORAM OS ESTOQUES DO GOVERNO.

ENQUANTO MILHÕES DE BESOUROS CONTINUAM EMPURRANDO A MERDA SOZINHOS.

AS HIENAS RIEM DA SITUAÇÃO.

E A CORUJA ESTALA OS OLHOS , VIRANDO A CABEÇA. 

ENQUANTO  SAPOS CONTINUAM FORA DA JOGADA.

GATAS  FICAM COM QUEM DÁ MAIS.

ENQUANTO  GATOS BEM INTENCIONADOS VIRAM TAMBORIM,  VIRAM CHURRASQUINHOS DE ESQUINAS, VIRAM GATO POR LEBRE…..ENQUANTO A LEBRE VIRA COELHO…..QUE PERDE A CORRIDA PARA A TARTARUGA…..QUE NUNCA LEVA O PRÊMIO. SÓ PAGA A CONTA.

……….AH ….ENQUANTO ISSO NOÉ COM SUAS FERRAMENTAS DE OURO, ESTA ESPERANDO A LIBERAÇÃO DO IBAMA, PARA PEGAR UNS PAUZINHOS E ALGUNS BICHINHOS,  PARA FAZER  BEM RAPIDINHO UMA NOVA ARCA. 

 A  ARCA  DE  NOÉ  DO  MENINO  MALUQUINHO.

Ricardo Dih Ribeiro

 

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Sagrado Feminino & Masculino

GESTAÇÃO PSÍQUICA

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Seres noturnos que buscam a luz estão em gestação psíquica, com seus abortos ideológicos e seus vômitos conceituais, presos em diarreias diárias de personas escravizantes. Procuram constantemente drenar seus valores indigestos, a cada novo olhar em suas escuras fendas do ser invisível que habita dentro de si mesmo.

Assim caminham para a autenticidade do nada ser, desconstruindo-se e apenas sendo por um breve momento o verbo estar, estando as vezes no nada, estando as vezes no tudo e estando sempre cheios de vazio que os levará a liberdade.

Estão conscientes da mudança que sempre existiu na liberação da velha roupagem que um dia foi sua própria essência.

Ricardo Dih Ribeiro

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Autoconhecimento Sagrado Feminino & Masculino

QUANDO EU PARTIR . . . EU ESTAREI MAIS PERTO DE VOCÊ.

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Quando meu corpo estiver deitado, não adianta mais ir ao meu encontro,  pois não estarei mais ali, estarei agora num breve e suave pensamento quando sentir uma brisa leve em teu rosto.

Quando eu estiver imóvel, já será tarde demais para sairmos juntos, pois agora eu já parti,  mas me convide que te encontrarei em teus sonhos.

Quando as suas lágrimas caírem, pare, muitas das minhas já caíram, agora nesse instante preciso de toda a alegria que existe dentro de você, preciso do teu sorriso.

Quando se revoltar contra tudo e contra todos, acalma-se,  não há culpados e inocentes, há apenas responsáveis, e as oportunidades não foram perdidas, apenas aproveitadas de forma diferente.

Quando o sentido da vida se perder, continua a caminhar,  pois na verdade eu não era o sentido da sua vida, eu apenas estava  caminhando ao teu lado quando nos encontramos e nossos caminhos eram os mesmos.

Quando sentir a saudade tocar seu coração e lembrar-se do calor do meu toque, vá na direção do próximo, e tenha certeza que estarei ali, de forma diferente, mas estarei, pois em tudo há o amor.

Quando desistir de caminhar por não me encontrar ao seu lado,  outras pessoas como você esperam para caminhar juntas, aproxime-se, veja e sinta que a cor e a vida não estava só em mim, mas também em ti e no caminho.

Quando sentir-se só, lembre-se estarei mais perto de você, pois talvez agora possa sentir a verdadeira essência da vida…O AMOR…e o quanto eu te amei e ainda te amo.

(Ricardo Dih Ribeiro, texto inspirado numa frase da Marilda “quando eu morrer não chore em cima do meu corpo…pois ele não mais me pertence e eu não estarei mais ali.)