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Comportamento

6 reflexões para entender o pensamento de Carl Jung

Fundador da psicologia analítica, o psiquiatra estudou termos essenciais para entender a psique coletiva

Nascido em 26 de julho de 1875, Carl Jung foi o psiquiatra suíço responsável por fundar a psicologia analítica, que explora a importância da psique individual e sua busca pela totalidade. Jung ajudou a popularizar termos comuns da psicologia, como “arquétipo”, o significado de “ego” e a existência de um “inconsciente coletivo”. Seu trabalho influenciou vários campos além da psicologia, como a antropologia, filosofia e teologia.

Como pesquisador em um hospital psiquiátrico na Suíça, Jung chamou a atenção de Sigmund Freud, fundador da psicanálise, e vários conceitos desenvolvidos pelos dois apresentam semelhanças. Conheça as conclusões mais notáveis observadas por ele:

Em Tipos Psicológicos, um de seus livros mais influentes, Jung analisa os padrões da personalidade e comportamento que compõem as singularidades de um indivíduo. Para o psiquiatra, todas essas características são resultado da maneira única como cada pessoa opta por utilizar suas capacidades mentais.

Como exemplo, Jung afirma que existem duas “atitudes” opostas, conhecidas como extroversão e introversão: cada indivíduo parece dividir sua energia entre o mundo externo e interno, em diferentes escalas. O introvertido se sente mais confortável com seus próprios pensamentos e sentimentos enquanto o extrovertido se sente “em casa” quando lida com outras pessoas e objetos, além de prestar mais atenção sobre seu impacto diante do mundo — introvertidos, por sua vez, costumam observar como o mundo ao seu redor os afeta. Jung foi um dos principais estudiosos sobre esse traço de personalidade e ajudou a popularizar o conceito.

Todas as pessoas carregam quatro funções cognitivas principais
Ao contribuir com sua teoria sobre “tipos” psicológicos, Jung também mostrou que pessoas pensam, sentem e experimentam o mundo de maneiras distintas. Ele identificou quatro funções psicológicas fundamentais: a sensação, pensamento, sentimento e intuição. Cada uma delas pode operar tanto através do indivíduo introvertido como do extrovertido. Normalmente, apenas uma dessas características é mais dominante — a chamada “função superior”. As demais funções são mantidas no inconsciente, menos notáveis e desenvolvidas.

Em poucas palavras, devemos ter uma função que indique algo que existe — a sensação —, outra, o pensamento, estabelece o que isso significa; a terceira declara se aquilo nos convém e se queremos aceitar essa coisa ou não — o “sentir” — e a última, a intuição, serve como uma percepção inconsciente das coisas, indicando “de onde vieram e para onde estão indo”.

Seres da mesma espécie compartilham semelhanças em suas “mentes inconscientes”
Segundo Jung, nascemos com uma herança psicológica, assim como a herança biológica. As duas são importantes para determinar traços de comportamento: “assim como o corpo humano representa um ‘museu de órgãos’, cada um com um longo período evolutivo por trás dele, devemos esperar que a mente também esteja organizada desta forma”, explicou. O psiquiatra enfatiza que o inconsciente coletivo é o centro de todo aquele material psíquico que não surge a partir da experiência pessoal. Seu conteúdo e imagens parecem ser compartilhados por pessoas de todas as épocas e culturas, enquanto o inconsciente pessoal envolve o passado e memórias de cada indivíduo. O conceito afirma que nossa mente já nasce com uma estrutura capaz de determinar seu desenvolvimento no futuro e sua interação com o meio em que vive.

Os elementos comuns no inconsciente coletivo são chamados de arquétipos, ideias e imagens herdadas para responder ao mundo de certas maneiras. Jung identificou-os ao notar que vários pacientes descreviam sonhos e fantasias que incluíam referências que não poderiam ser rastreadas em seus passados pessoais. O estudioso também observou que muitos desses elementos envolvem figuras e temas religiosos encontrados em diversas culturas e mitologias.

O ego é o centro do consciente humano
Para Jung, o ego é um dos principais arquétipos da personalidade e o centro da consciência. Ele fornece direção às nossas “vidas conscientes” e tenta nos convencer de que devemos sempre planejar e analisar nossas experiências conscientemente. A explicação é parecida com a versão do psicanalista Sigmund Freud: o ego surge do inconsciente e reúne várias memórias e experiências, desenvolvendo assim a verdadeira divisão entre o inconsciente e consciente.

Todo indivíduo assume uma “máscara” sobre o inconsciente coletivo
Outro arquétipo, a persona é a aparência que apresentamos ao mundo, o personagem que assumimos perante a sociedade, incluindo nossos papéis sociais, as roupas que vestimos e a maneira como nos expressamos. Todos os indivíduos passam por essa adaptação, que tem aspectos negativos e positivos. A persona pode ser crucial para o desenvolvimento da personalidade, quando o ego passa a se identificar com o papel que desempenhamos. De acordo com Jung, é comum derrubarmos essa identificação para aprender quem somos de verdade no processo de individualização, mas é possível que as pessoas também passem a acreditar de verdade nessa “máscara” ilusória da persona. Membros de grupos minoritários tendem a ter problemas de identidade causados pelo preconceito cultural e a rejeição social de seus personagens, por exemplo.

“Mesmo uma vida feliz não pode existir sem um pouco de escuridão”
Em entrevista ao jornalista Gordon Young, feita em 1960, Jung observa que a palavra “felicidade” perderia seu significado se não fosse equilibrada por um pouco de tristeza. “É compreensível que busquemos a felicidade e evitemos os momentos de pouca sorte”, explica. “Mesmo assim, a razão nos ensina que essa atitude não é razoável e o melhor seria encarar as coisas conforme elas surgem, com paciência e tranquilidade.”

Fonte: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/02/6-reflexoes-para-entender-o-pensamento-de-carl-jung.html

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Psicanálise

Freud explica: entenda sete conceitos básicos da psicanálise

O campo de conhecimento estudado por Sigmund Freud busca entender os significados do inconsciente humano.

Quem nunca se viu repetindo comportamentos que havia prometido deixar para trás? Ou fazendo coisas que prejudicam a si mesmo, por mais irracional que isso pareça? Quantas vezes você se espantou com uma palavra fora de contexto que saiu no meio de uma frase? E sonhos bizarros, quem não tem?

Todas essas situações, sem relação aparente entre si, podem ser explicadas pela existência de uma única instância psíquica, que subverte nossas intenções e vontades: o inconsciente. A humanidade deve a Sigmund Freud essa descoberta. Apesar das transformações sociais, culturais e tecnológicas dos últimos 120 anos, o método psicanalítico criado por Freud para lidar com o mal-estar inerente à condição humana segue atual.

Ao criar esse novo campo do conhecimento, Freud desenvolveu diferentes conceitos teóricos para sustentar suas pesquisas. Confira a seguir os termos essenciais da psicanálise:

Inconsciente
Freud demonstrou que a maior parte da vida psíquica se desenrola sem que tenhamos acesso a ela. Ali se encontram principalmente ideias reprimidas que aparecem disfarçadas nos sonhos e nos sintomas neuróticos.

Ego
A parte organizada do sistema psíquico que entra em contato direto com a realidade e tem a capacidade de atuar sobre ela numa tentativa de adaptação. O ego é mediador dos impulsos instintivos do id e das exigências do superego.

Id
Fonte da energia psíquica, é formado por pulsões e desejos inconscientes. Sua interação com as outras instâncias é geralmente conflituosa, porque o ego, sob os imperativos do superego e as exigências da realidade, tem que avaliar e controlar os impulsos do id, permitindo sua satisfação, adiando-a ou inibindo-a totalmente.

Superego
É formado a partir das identificações com os pais, dos quais assimila ordens e proibições. Assume o papel de juiz e vigilante, uma espécie de autoconsciência moral. É o controlador por excelência dos impulsos do id e age como colaborador nas funções do ego. Pode tornar-se extremamente severo, anulando as possibilidades de escolha do ego.

Pulsão
Conceito situado na fronteira entre o psíquico e o somático. A pulsão é a representante psíquica dos estímulos que se originam no organismo e alcançam a mente. É diferente do instinto, pois não apresenta uma finalidade biologicamente predeterminada, e é insaciável, pois tem relação com um desejo, e não com uma necessidade.

Sonhos
Caminho de ouro para o acesso ao inconsciente. A interpretação do conteúdo dos sonhos revela desejos e percepções que de outro modo não chegariam à consciência.

Complexo de Édipo
Entre dois e cinco anos, aproximadamente, a criança desenvolve intenso sentimento de amor pelo genitor do sexo oposto e grande hostilidade pelo do próprio sexo. Tais sentimentos geralmente são vividos com grande ambivalência. O conflito costuma declinar por volta dos cinco anos, e uma boa estruturação da personalidade depende de sua resolução satisfatória.

Fonte: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/11/freud-explica-entenda-sete-conceitos-basicos-da-psicanalise.html

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Autoconhecimento

O que realmente importa?

Por que minha gaveta não fecha e esta
sempre bagunçada, se eu só uso 3 camisas
e 2 calças?
Por que eu tenho uma caixa de meias sem par?
Por que tenho 6 pares de tênis, se eu repito 
o mesmo par toda semana?
Por que a pia esta sempre lotada,
se eu uso 2 talheres, 1 prato e 1 copo?
Por que eu como mais do que meu corpo realmente
necessita?
Por que minhas contas são maiores que meu salário?
Por que sinto que falta, quando na verdade
não tenho o mínimo espaço e tempo?
Por que gasto tempo que não recordo, e recordo
momentos gastando tempo?
Alimento um espirito egoísta e individualista a anos, sem perceber.

Quando chego em casa, depois de um dia de trabalho,
geralmente me sinto cansado, ansioso, e frustrado, a espera
do fim de semana que sempre chega. E por que isso acontece?
Por excesso de consumo e falta de criação.

Nós somos instintivamente criativos, tão criativos que pintamos gaiolas sobre nossos desejos, e compramos desejos que nos vendem fora dessa gaiola.
A mente com excessos é uma mente nublada e sem espaço para fluência. Fluência é constância,
e não se manter constante (pelo menos por um período significativo) é a causa real da minha falta de energia emocional.

Deixar de suportar o dia-a-dia e começar a “estar”
no dia é um ponto de virada que requer muito mais
que presença, requer disciplina. E existe maneira
mais fácil de se auto disciplinar quando se tem
apenas aquilo que realmente importa?
O que realmente importa?
Hoje, iniciei uma caminhada Minimalista.
– Bruno Palma

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Comportamento

“O amor cura, o ódio mata”, o conselho de um gênio da medicina

“O amor cura, o ódio mata; nunca odeie, ame e você verá que a vida flui como água cristalina”.

Essas foram as palavras de Jacinto Convit (1913-2014), um médico venezuelano que dedicou toda sua vida à cura da lepra, doença que assolou seu país nos anos 1930 e à pesquisa sobre o câncer de mama.

Jacinto trabalhou quase até os 100 anos de idade em pesquisas e também no atendimento a pacientes que vinham de todos os lugares esperando por um tempo com ele. O médico alcançou essa grande admiração graças a todo o tempo, esforços e dedicação que investia em todos os seus pacientes, que eram tratados com igualdade, independente de condições financeiras.

Mesmo com a idade avançada, Jacinto mantinha uma lucidez e vitalidade invejáveis, e continuava trabalhando e orientando uma equipe de pesquisa montada por ele mesmo. Um grande homem que deixou um legado incrível para a medicina, desenvolvendo a vacina contra a lepra e vencendo o Prêmio Príncipe das Astúrias de Investigação Científica e Técnica, além de ser nomeado para o Prêmio Nobel da Medicina em 1988.

A grande frase de Jacinto é uma inspiração para nós, assim como sua história de vida. Muitas vezes, sentimentos negativos são despertados em nós, seja pelas ações de alguma pessoa ou pela maneira como as coisas acontecem, totalmente o oposto do que planejamos. Cegos por esses sentimentos, não conseguimos enxergar que há muito mais para nós além de uma fase ruim, e que a chave para superar todos os momentos negativos na vida é o amor.

O amor é a cura para todos os males da vida. Não há nada que não possa ser resolvido com esse sentimento, desde que seja puro.

Quando optamos por seguir o amor, percebemos que nossas vidas se tornam mais leves, e mesmo as piores coisas que chegam em nosso caminho se tornam menos poderosas, porque encontramos uma grande rocha para nos apoiar.

O amor nos permite crescer a cada dia, buscar uma vida melhor para nós mesmos e também para aqueles ao nosso redor. O amor é empatia, é dedicação, é saber reconhecer o outro, é lutar para que todos sejam tratados de maneira igual, é fazer da própria vida um exemplo, é lutar para que o mundo seja um lugar melhor. É buscar a cura de doenças e dedicar a vida para o bem de outras pessoas.

É nesse sentimento que devemos focar, porque nos torna pessoas melhores e faz o universo girar.

Escolha sempre o amor, e ajude a semear um mundo melhor para todos.

Fonte:

https://osegredo.com.br/o-amor-cura-o-odio-mata-o-conselho-de-um-genio-da-medicina/?fbclid=IwAR0aPVdnvNlY6sahyaXKyEjLpjEL3jNf1AiCSkA9IzEHdg6mS02wjKCk370

 

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Autoconhecimento

O dilema do porco-espinho, de Arthur Schopenhauer

O dilema do porco-espinho é uma metáfora criada pelo filósofo alemão Arthur Schopenhauer (1788-1860) para ilustrar o problema da convivência humana. Schopenhauer expôs esse conceito em forma de parábola na sua obra Parerga und Paralipomena, publicada em 1851, onde reuniu várias de suas polêmicas anotações filosóficas. O dilema do porco-espinho é apenas um parágrafo que surge no Volume II desta obra, no entanto, tornou-se um conto popular citado até mesmo por Sigmund Freud, o pai da psicanálise.

No livro Schopenhauer e os anos mais selvagens da filosofia, de Rüdiger Safranski, o autor sugere que Schopenhauer inspirou-se em uma escalada ocorrida quando o filósofo tinha apenas 16 anos:

No livro Schopenhauer e os anos mais selvagens da filosofia, de Rüdiger Safranski, o autor sugere que Schopenhauer inspirou-se em uma escalada ocorrida quando o filósofo tinha apenas 16 anos:

Finalmente, em 30 de julho de 1804 — quando a grande viagem já se aproxima de seu fim — chega a escalada da montanha Schneekopp [o Pico da Neve] na Silésia, então alemã, hoje na Polônia. A jornada leva dois dias. Arthur pernoitou com seu guia em uma cabana construída em um planalto intermediário, no sopé do cume mais alto da montanha. “Entramos em uma peça única cheia de pastores embriagados. […] Era insuportável; sua quentura animalesca […] produzia um calor candente”. A “quentura animalesca” dos homens amontoados naquele espaço exíguo — foi daqui que Schopenhauer tirou sua metáfora posterior dos porcos-espinho que se empurravam uns contra os outros para se defenderem do frio e do medo.( SAFRANSKI, 211, pg. 99)

O dilema do porco-espinho

Um número de porcos-espinho ​​se amontoaram buscando calor em um dia frio de inverno; mas, quando começaram a se machucar com seus espinhos, foram obrigados a se afastarem. No entanto, o frio fazia com que voltassem a se reunir, porém, se afastavam novamente. Depois de várias tentativas, perceberam que poderiam manter certa distância uns dos outros sem se dispersarem.

Do mesmo modo, as necessidades sociais, a solidão e a monotonia impulsionam os “homens porcos-espinho” a se reunirem, apenas para se repelirem devido às inúmeras características espinhosas e desagradáveis de suas naturezas. A distância moderada que os homens finalmente descobrem é a condição necessária para que a convivência seja tolerada; é o código de cortesia e boas maneiras. Aqueles que transgridem esse código são duramente advertidos, como se diz na Inglaterra: keep your distance! Com esse arranjo, a necessidade mútua de calor é apenas parcialmente satisfeita, mas pelo menos não se machucam.

Um homem que possui algum calor em si mesmo prefere permanecer afastado, assim ele não precisa ferir outras pessoas e também não é ferido.

Autor: Alfredo Carneiro

Fonte:

https://www.pensarcontemporaneo.com/o-dilema-do-porco-espinho-de-arthur-schopenhauer/

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Comportamento

22 coisas que pessoas felizes fazem diferente

Existem dois tipos de pessoas no mundo: aquelas que escolhem ser felizes e aquelas que optam por ser infelizes. Ao contrário da crença popular, a felicidade não vem da fama, da fortuna ou de bens materiais. Ela vem de dentro. A pessoa mais rica do mundo pode estar miseravelmente infeliz, enquanto um sem-teto pode estar sorrindo e contente com a sua vida. As pessoas felizes o são porque se fazem felizes. Elas têm uma visão positiva da vida e permanecem em paz com elas mesmas.

Aí vão elas:

1. Não guarde rancor. As pessoas felizes entendem que é melhor perdoar e esquecer que deixar que sentimentos negativos as dominem. Guardar rancor é prejudicial e pode causar depressão, ansiedade e estresse. Por que deixar que uma ofensa de alguém exerça algum poder sobre você? Se você esquecer os seus rancores, vai ganhar uma consciência clara e energia suficiente para apreciar as coisas boas da vida.

2. Trate a todos com bondade. Você sabia que foi cientificamente provado que ser gentil faz você feliz? Ser altruísta faz seu cérebro produzir serotonina, um hormônio que diminui a tensão e eleva o seu espírito. Tratar as pessoas com amor, dignidade e respeito permite que você construa relacionamentos mais fortes.

3. Veja os problemas como desafios A palavra “problema” não faz parte do vocabulário de uma pessoa feliz. Um problema, na maioria das vezes, é visto como uma desvantagem, uma luta ou uma situação difícil. Mas quando encarado como um desafio, pode se transformar em algo positivo, como uma oportunidade. Sempre que você enfrentar um obstáculo, pense-o um desafio.

4. Expresse gratidão pelo que já tem. Há um ditado popular que diz: “As pessoas mais felizes não têm o melhor de tudo, elas fazem o melhor de tudo com o que elas têm.” Você terá um sentido mais profundo de contentamento se contar suas bênçãos em vez de ansiar pelo que você não tem.

5. Sonhe grande. As pessoas que têm o hábito de sonhar grande são mais propensas a realizar seus objetivos que aquelas que não o fazem. Se você se atreve a sonhar grande, sua mente vai assumir uma atitude focada e positiva.

6. Não se preocupe com as pequenas coisas. As pessoas felizes se perguntam: “Será que este problema terá a mesma importância daqui a um ano?” Elas entendem que a vida é muito curta para se preocupar com situações triviais. Deixar os problemas rolarem à sua volta vai, definitivamente, deixar você à vontade para desfrutar de coisas mais importantes.

7. Fale bem dos outros. Ser bom é melhor que ser mau. Fofocar pode até ser divertido, mas, geralmente, deixa você se sentindo culpado e ressentido. Dizer coisas agradáveis sobre as pessoas leva você a pensar positivo e a não se preocupar em julgá-las.

8. Não procure culpados. Pessoas felizes não culpam os outros por seus próprios fracassos. Em vez disso, elas assumem seus erros e, ao fazê-lo, mudar para melhor.

9. Viva o presente. Pessoas felizes não vivem do passado ou se preocupam com o futuro. Elas saboreiam o presente. Se envolvem em tudo o que está fazendo no momento. Param e cheiram as rosas.

10. Acorde no mesmo horário todos os dias. Você já reparou que muitas pessoas bem-sucedidas tendem a ser madrugadores? Acordar no mesmo horário estabiliza o seu metabolismo, aumenta a produtividade e nos coloca em um estado calmo e centrado.

11. Não se compare aos outros. Todos têm seu próprio ritmo. Então, por que se comparar aos outros? Pensar ser melhor que outra pessoa leva a um sentimento de superioridade não muito saudável e, se pensar o contrário, acabará se sentindo inferior. Então, concentre-se em seu próprio progresso.

12. Escolha seus amigos sabiamente. A miséria adora companhia. Por isso, é importante cercar-se de pessoas otimistas que vão incentivá-lo a atingir seus objetivos. Quanto mais energia positiva em torno de você, melhor vai se sentir.

13. Não busque a aprovação dos outros. As pessoas felizes não importam com o que os outros pensam delas. Seguem seus próprios corações, sem deixar os pessimistas desencorajá-los, e entendem que é impossível agradar a todos. Escute o que as pessoas têm a dizer, mas nunca busque a aprovação de ninguém.

14. Aproveite seu tempo para ouvir. Fale menos, ouça mais. Escutar mantém a mente aberta. Quanto mais você ouve, mais conteúdo você absorve.

15. Cultive relacionamentos sociais. Uma pessoa só é uma pessoa infeliz. Pessoas felizes entendem o quão importante é ter relações fortes e saudáveis. Sempre tenha tempo para encontrar e falar com sua família e amigos.

16. Medite. Ficar no silêncio ajuda você a encontrar sua paz interior. Você não tem que ser um mestre zen para alcançar a meditação. As pessoas felizes sabem como silenciar suas mentes, em qualquer hora e lugar, para se acalmar.

17. Coma bem. Tudo o que você come afeta diretamente a capacidade de seu corpo produzir hormônios, o que vai definir seu humor, energia e enfoque mental. Certifique-se de comer alimentos que vão manter seu corpo saudável e em boa forma e sua mente mais tranquila.

18. Faça exercícios. Estudos têm mostrado que o exercício aumenta os níveis de felicidade e autoestima e produz a sensação de autorrealização.

19. Viva com o que é realmente importante. As pessoas felizes mantêm poucas coisas ao seu redor porque elas sabem que excessos as deixam sobrecarregadas e estressadas. Estudos concluíram que os europeus são muito mais felizes que os americanos, porque eles vivem em casas menores, dirigem carros mais simples e possuem menos itens.

20. Diga a verdade. Mentir corrói a sua autoestima e o torna antipático. A verdade sempre liberta. Ser honesto melhora sua saúde mental e faz com que os outros tenham mais confiança em você. Seja sempre verdadeiro e nunca se desculpe por isso.

21. Estabeleça o controle pessoal. As pessoas felizes têm a capacidade de escolher seus próprios destinos. Elas não deixam os outros dizerem como devem viver suas vidas. Estar no controle completo de sua própria vida traz sentimentos positivos e aumenta a autoestima.

22. Aceite o que não pode ser alterado. Depois de aceitar o fato de que a vida não é justa, você vai estar mais em paz com você mesmo. Portanto, concentre-se apenas no que você pode controlar e mudar para melhor.

Fonte: https://budismosaudevida.com/22-coisas-que-pessoas-felizes-fazem-diferente/

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Psicanálise

5 Dicionários de Psicanálise para baixar

 

                           Com Freud, a psicanálise produziu uma modificação sem precedentes na concepção do homem, o qual percebe, desde logo, que um determinismo inconsciente organiza sua existência. Tal determinismo revela-se claramente com Lacan como sendo o da própria linguagem. Aquilo que comanda o sujeito humano é o universo do discurso, onde precisa encontrar seu lugar. A linguagem psicanalítica também não é apenas um utensílio, mas conserva seu valor metafórico, algumas vezes poético, mesmo que tente assumir uma dimensão científica. Neste dicionário, escrito por praticantes ciosos de sua legibilidade, o leitor irá encontrar, além dos verbetes dedicados a diversos autores, uma apresentação precisa e referenciada dos conceitos psicanalíticos essenciais. Os encaminhamentos de um termo a outro oferecem a possibilidade de uma leitura descobridora. Esta edição vem a público enriquecida com glossários alemão-português, francês-português e inglês-português.

     Este trabalho deriva do projeto de dicionário promovido por Lacan em sua Escola, após o Vocabulário da psicanálise de Laplanche e Pontalis. Pensado a partir de uma base clínica sólida, os artigos oferecem um panorama completo dos conceitos psicanalíticos polidos, ademais, na recepção do pensamento de Freud inspirado pelas idéias de Lacan, e na recepção das ideias do próprio Lacan posteriormente. Também leva em conta alguns dos discípulos diretos de Freud e autores da escola de inglês. A complexidade de um ensino renovador e de alto nível teórico foi resolvida em exposições claras e explicativas. Cada artigo apresenta uma sucessão de aspectos de um conceito que assume o caráter de uma descrição relativa autônoma, mas todos os artigos são referenciados e cruzados entre si, o que permite leituras de descoberta pessoal. Os termos elaborados alcançam valor de significantes, isto é que ressoam em diversos registros; eles adquirem valores diferentes de acordo com sua história, seu contexto, os campos semânticos de onde eles se originam. E quando esses significantes são inseridos em uma análise estrutural rigorosa, será dito que eles estão inclinados a valer “matemas”.

 

Este dicionário reúne, em forma enciclopédica, os conceitos essenciais da psicanálise, desde as teses fundadoras estabelecidas por Sigmund Freud até formulações mais recentes, propostas a partir de Jacques Lacan. O dicionário também compreende; cronologias da vida e da obra de Freud e Lacan; listas de leituras sugeridas sobre os temas abordados; minucioso índice remissivo, temático e onomástico, que inclui pequenas biografias. Colaboraram para este dicionário mais de 50 especialistas, entre psicanalistas e professores universitários, dentre os quais, Joel Dor, Julia Kristeva, Philippe Julien, Pierre Fédida, Charles Melman, Giulia Sissa e Catherine Millot, sob a coordenação de Pierre Kaufmann, professor emérito da Universidade de Paris-X.

 

   O Dicionário Comentado do Alemão de Freud apresenta alguns dos mais importantes termos psicanalíticos alemães, todos de difícil tradução. Entre os quarenta verbetes do dicionário, encontram-se clássicos da psicanálise, tais como pulsão (Trieb), recalque (Verdrängung) e representação (Vorstellung), discutidos detalhadamente, em seções que podem ser consultadas conforme o grau de profundidade desejado. São apresentados os significados extraídos de dicionários antigos e atuais, e discutidas as conotações do termo no universo lingüístico germânico. Também é explicada sua etimologia e as partes que compõem a palavra. Através de uma tabela contrastiva, os sentidos e conotações do termo original podem ser comparados com os da palavra habitualmente adotada para traduzi-lo em português. São apresentados exemplos de frases e parágrafos, retirados de diversos períodos da obra de Freud, e é comentada a inserção do verbete no texto freudiano alemão. Um glossário multilíngüe permite consultar o dicionário a partir do português, alemão, espanhol, francês ou inglês.

 

 

 Na medida em que a psicanálise renovou a compreensão da maioria dos fenômenos psicológicos e psicopatológicos, e mesmo a do homem em geral, seria possível, num manual alfabético que se propusesse abarcar o conjunto das contribuições psicanalíticas, tratar não apenas da libido e da transferência, mas do amor e do sonho, da delinqüência ou do surrealismo. A nossa intenção foi completamente diferente: preferimos deliberadamente analisar o aparelho nacional da psicanálise, isto é, o conjunto dos conceitos por ela progressivamente elaborados para traduzir as suas descobertas.

 

FONTE: https://lacanempdf.blogspot.com/2019/02/dicionarios-de-psicanalise.html

 

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Autoconhecimento

A primeira imagem que você observar vai revelar seu tipo de poder mental

 O psicólogo e  ganhador do Prêmio Nobel, Roger W. Sperry, descobriu que os dois hemisférios do cérebro (esquerdo e direito) funcionam de maneira diferente, e a maneira como você pensa depende de qual lado é dominante. Com base em sua pesquisa, existem inúmeros testes que podem determinar o modo de pensar e os traços de personalidade de uma pessoa.

No Incrível.club avaliamos muitos desses testes e coletamos as informações mais precisas, para que você possa fazer sua própria análise. Faça este teste e conheça um pouco mais sobre você.

Observe rapidamente a imagem. Que animal você viu primeiro?

A primeira imagem que você vir vai revelar seu tipo de poder mental

Continue lendo para saber um pouco melhor sobre como sua mente funciona, a partir do animal que você viu primeiro.

A primeira imagem que você vir vai revelar seu tipo de poder mental

A cabeça de um tigre

A primeira imagem que você vir vai revelar seu tipo de poder mental

O hemisfério esquerdo do cérebro é mais ativo do que o hemisfério direito. Você é uma pessoa analítica, muito orientada para alcançar seus objetivos e organizada. Quando enfrenta um problema, tende a ser lógico, calculista e objetivo.

No entanto, às vezes você pensa muito sobre as decisões que toma, verificando se são as mais acertadas, então tende a ser inflexível. É aconselhável que ouça a opinião dos outros e também as leve em consideração. Lembre-se de que um pouco de humildade sempre o levará mais longe.

Seus traços de personalidade são:

  • Planejador: você faz tudo de maneira planejada, como em uma lista de tarefas pendentes.
  • Preciso: você tem seus objetivos fixos e conhece o caminho a seguir para alcançá-los.
  • Racional: as emoções e os sentimentos não impedem que você atinja seus objetivos.
  • Lógico: você tem aptidão para matemática, ciências e ideias sequenciais.
  • Realista: seu mundo é muito real. Nele não há lugar para contos de fadas e ficção. Da mesma forma, por mais altos que seus objetivos possam parecer para os outros, você sabe que são reais e alcançáveis.

Um macaco pendurado

A primeira imagem que você vir vai revelar seu tipo de poder mental

O hemisfério direito do seu cérebro é mais ativo. Você é uma pessoa criativa e cheia de ideias inovadoras. Quando enfrenta uma situação difícil, confia mais em sua intuição (quase sempre acerta), do que no pensamento crítico.

Você sabe perfeitamente bem que cada passo que dá na sua vida é uma lição para você e que, mesmo perdendo, está caminhando para a conquista de seus objetivos. Para você, a viagem é mais importante do que o objetivo. Como você é um sonhador, muitas vezes fica pensando em seu próprio paraíso. Para você, é essencial “ter os pés no chão”, perceber a realidade e prestar mais atenção ao mundo ao seu redor.

Seus traços de personalidade:

  • Impulsivo: você faz coisas espontaneamente. Você tem a capacidade de ver tudo de forma diferente dos outros.
  • Emocional: você se preocupa muito com as coisas. Você gasta tempo refletindo e agindo com base em sentimentos.
  • Criativo e artístico: você é especialista em música, arte e em outras disciplinas criativas.
  • Intuitivo: você não faz uma lista de tarefas e não segue as regras. Você resolve os problemas intuitivamente.
  • Sonhador: você tem sonhos, em vez de objetivos, e se esforça para alcançá-los, geralmente, com sucesso.

Lembre-se de que os 2 hemisférios do cérebro não funcionam isoladamente, mas trabalham juntos e se complementam. Então, embora pareça que você possui mais traços que se identificam com um deles, certamente também tem características do outro.

Então, qual imagem você viu primeiro? A cabeça do tigre ou do macaco que está pendurado? Seus traços de personalidade correspondem às descrições dadas?

Conte para nossa equipe na seção de comentários.

for Incrivel.club

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Comportamento

200 FILMES PARA EXPANDIR A SUA CONSCIÊNCIA

São cerca de 200 os filmes que estão disponíveis integralmente no Youtube para expandir a nossa consciência. Trata-se de uma incrível lista de documentários que abordam variados temas desde a ciência, espiritualidade, conspirações, extra-terrestres, etc. Portanto, aproveite e assista porque vale bem a pena. São, de fato, assuntos fascinantes que irão ajudar a expandir a sua consciência e contribuir para a sua evolução espiritual.

 

Basta clicar no link do filme que lhe interessa na lista seguinte:

 

  1. Home (2009)
  2. Thrive (2011)
  3. Paraíso UO Oblivion  (2012)
  4. Amor, Realidade eo Tempo de Transição  (2011)
  5. Earthlings  (2005)
  6. Tudo Que rápido Você SABE ESTÁ Errado (2000)
  7. Zeitgeist: Addendum (2008)
  8. Zeitgeist: Moving Forward (2011)
  9. Zeitgeist: Loose Change
  10. The Money Fix (2009)
  11. The Documentary Wikileaks  (2010)
  12. Possuído e Operado (2012)
  13. Overdose: The Next Crise Financeira (2010)
  14. Desculpas de hum Hitman Económica (2010)
  15. The Beautiful Truth (2008)
  16. The Awakening (2011)
  17. Seria Qual a aparencia Sua? (2009)
  18. O Mundo Segundo a Monsanto (2008)
  19. Esoteric Agenda (2008)
  20. Lucros de Matar: The Untold Story de drogar psicotrópico (2008)
  21. Colégio Conspiracy Scam nsa EUA (2011)
  22. O Indigo Evolution (2005)
  23. Cidade Edible: Crescer a Revolução (2012)
  24. Collapse (2009)
  25. O Cérebro global (1983)
  26. O buraco branco in Time (1993)
  27. O Primado da Consciência (2011)
  28. Combustível (2008)
  29. Poder da Comunidade: Como Cuba sobreviveu Peak Oil Crisis (2006)
  30. O Que Um caminho a Seguir: Vida sem Fim do Império (2007)
  31. Ressonância: Seres de Frequência (2012)
  32. Guerra POR página Outros Meios (1992)
  33. Endgame (2007)
  34. War Made Easy (2007)
  35. The War on Democracy (2007)
  36. Subir Como Lions: o documentário Occupy Wall Street (2011)
  37. Propaganda (2012)
  38. The Secret of Oz (2009)
  39. The One Percent (2006)
  40. The Shock Doctrine (2009)
  41. O Irã Não É o Problema (2008)
  42. Guerra Psicológica: o Verdadeiro campo de Batalha E a mente (2010)
  43. Vaccine Nation (2008)
  44. Psiquiatria: Uma Indústria da Morte (2006)
  45. Fluxo: For the Love of Water (2008)
  46. Kymatica (2009)
  47. Panelas, frigideiras, e Otras Soluções (2012)
  48. Manna: The Documentary Psilocibina Mushroom (2011)
  49. O Que No Mundo enguias estao pulverizando (2010)
  50. Por Que No Mundo enguias estao pulverizando (2012)
  51. Globalização: Os Novos governantes do Mundo (2001)
  52. Terrorstorm (2006)
  53. Queda da República (2009)
  54. Crop Circles: Crossover From Another Dimension (2006)
  55. The Day Before Disclosure (2010)
  56. 9/11: The Road to Tyranny (2002)
  57. 9/11: In Plane Site (2004)
  58. 9/11: Press For Truth (2006)
  59. A Revelação das Pirâmides (2010)
  60. Conhecimento Antiga (2012)
  61. A União: The Business Behind Getting High (2007)
  62. Dinheiro Como Dívida (2006)
  63. Dinheiro Como Dívida II (2009)
  64. The Age of Stupid (2009)
  65. Outfoxed: Guerra de Rupert Murdoch em Jornalismo (2004)
  66. Crossroads: Labor Pains de Uma Nova Visão do Mundo (2013)
  67. Recursos Humanos: engenharia social já Século 20 (2010)
  68. Renaissance 2.0 (2010)
  69. Crianças Que consomem: a Comercialização de Infância (2008)
  70. A guerra contra Crianças (2009)
  71. AINDA A Questão Palestina (2002)
  72. Peace, Propaganda, e na Terra Prometida (2004)
  73. Occupation 101: Vozes do Silenced Majority (2006)
  74. Walmart: o Alto Custo de Preços (2005)
  75. Big Sugar (2005)
  76. O Flúor Deception (2011)
  77. Fluoridegate: An American Tragedy (2013)
  78. An Inconvenient Tooth (2012)
  79. O Grande Expurgo: Our Water (2013)
  80. Tiros no escuro: Silence on Vaccines (2009)
  81. Eu sou Fishead: são Líderes Psicopatas Empresas? (2011)
  82. O capitalismo E a crise (2011)
  83. Escravidão Consentimento POR (2012)
  84. A Crise da Civilização (2011)
  85. No Logo: Brands, Globalização e Resistência (2003)
  86. 97% Owned (2012)
  87. Cultura em ao declínio – Episódio 1: O Que a democracia? (2012)
  88. Cultura em ao declínio – Episódio 2: Economics 101 (2012)
  89. Cultura em ao declínio – Episódio 3: CVD (2012)
  90. Cultura em ao declínio – Episódio 4: War on Nature (2013)
  91. Mundos Interiores, Mundos Cósmicos – Parte 1: Akasha (2012)
  92. Mundos Interiores, Mundos Cósmicos – Parte 2: The Spiral (2012)
  93. Mundos Interiores, Mundos Cósmicos – Parte 3: a EA serpente Lotus (2012)
  94. Mundos Interiores, Mundos Cósmicos – Parte 4: Além do Pensamento (2012)
  95. Ethos: A Time for Change (2010)
  96. Rich Media, Poor Democracy (2003)
  97. Weapons of Mass Deception (2004)
  98. Entheogen: Awakening the Divine Within (2007)
  99. Americana Blackout (2006)
  100. Incontáveis: The New Math de Eleições americanas (2008)
  101. Blue Gold: World Water Wars (2008)
  102. Big Bucks, Big Pharma: Doença de Marketing e drogas Pushing (2006)
  103. The End of Suburbia (2004)
  104. Repensar o Afeganistão (2009)
  105. Há No Tomorrow (2012)
  106. Iraque Venda: O Profiteers War (2006)
  107. Priceless (2012)
  108. O Que o Bleep Do We Know? (2004)
  109. 11 horas (2007)
  110. Paraíso com efeitos colaterais (2004)
  111. Starsuckers (2009)
  112. Despertando o Sonhador: Mudando um Sonho (2011)
  113. Religulous (2008)
  114. Sir! Não senhor! – O Movimento GI Para O Fim da Guerra do Vietnã (2005)
  115. Gasland (2010)
  116. Hacking Democracy (2008)
  117. Imóveis 4 Ransom:? Por Que o Terra Custar uma terra (2012)
  118. Desaparecimento das Abelhas (2009)
  119. Batido (2009)
  120. DMT: The Spirit Molecule
  121. Baraka (1992)
  122. Samsara
  123. Corte Gravar Veneno
  124. O Negócio de nascer
  125. The Cove
  126. Ayahuasca: Planta Antiga medicina
  127. Hempster – Plante uma Semente
  128. Coca Lives
  129. Forks Over Knives
  130. Dirty Pictures (O Deus Pai de Ecstasy)
  131. Tudo vigiado POR Machines of Loving Graça
  132. Os Mestres do Dinheiro
  133. The Secret of Oz
  134. Espírito Ciência 1-15
  135. Guerreiro Garbage
  136. Top 10 Eco Filmes de Todos os Tempos OS
  137. O Que Quer Babies
  138. Anel do Poder
  139. House of Numbers
  140. SiCKO
  141. Verdadeira História da Marijuana
  142. Executar a Partir de The Cure
  143. Olho de Os Illuminati
  144. Burzynski: Serious Câncer E de Negócios (2011)
  145. Shaman Voyage
  146. Libertopia
  147. Zeitgeist
  148. Pisar no fogo
  149. Propaganda
  150. Conhecimento Antigo Segredo
  151. A Montanha Sagrada
  152. Food Inc.
  153. A Revelação silencioso da Verdade
  154. A Decepção Obama
  155. O Grande Expurgo: Our Water
  156. Dreaming Awake At The End of Time
  157. A Novo Século Americano
  158. ZERO: Uma Investigação em 9/11
  159. The House I Live In
  160. Preto Whole
  161. We Are Legion – a história de um Hacktivistas (2012)
  162. Sirius – 2013
  163. A Doutrina do Choque
  164. Manifestando a Mente: Pegadas do Shaman
  165. Roleta Genética
  166. O Projeto de Divulgação
  167. Detox or Die
  168. The Corporation: The Pathological Pursuit of Profit and Power
  169. O Giggle Cosmic
  170. Consentimento Manufacturing: Noam Chomsky e Os Meios
  171. O Mindscape de Alan Moore
  172. A Century of The Self
  173. The Power Of Nightmares
  174. Livre para Jogar
  175. Waking Life
  176. Freakonomics
  177. COWSPIRACY: O Segredo de Sustentabilidade
  178. END CIV Resist Or Die
  179. China Or Bust
  180. The Secret 
  181. Edgar Cayce – Um Profeta americano
  182. O Projeto Venus – Future By Design
  183. The Greatest Talk of Jacque Fresco: O Projeto Venus
  184. ESCOLHA Ponto The Movie: Alinhar o Seu Propósito
  185. Woody Harrelson ‘Ethos’
  186. O Coletivo Evolução III: The Shift
  187. SOU EU (2010)
  188. A Matriz Viva
  189. Como Chegadas Série completa
  190. Amor, Reality, eo Tempo de Transição
  191. Look Up  – Geoengenharia
  192. Ungrip
  193. Mindwalk
  194. Realidade e da Mente Extensão  parte2
  195. Os Segredos Que Falta da Nikola Tesla
  196. Antigo Egito e A História Alternativa das Origens da Humanidade
  197. Os xamãs da Amazônia
  198. 5 Gateways: ósmio Expansões CINCO chave da Consciência
  199. O Universo holográfico
  200. O Código Pyramid
  201. EU MAIOR (Eu Superior)
Categorias
Espiritualidade

Samadhi, esse desconhecido

Sabe por que os professores de yoga do ocidente só ensinam asana? Porque não sabem ensinar outra coisa.

Sabe por que os professores de yoga do ocidente não sabem ensinar nada além de asana? Porque não conhecem outras coisas além de asana.

Sabe por que os professores de yoga do ocidente não conhecem outras coisas além de asana? Porque foram mal instruídos, porque inventaram que samadhi era coisa para semi-deuses e porque disseram-lhes que a prática postural bastava.

O que está na raiz disso é uma enorme confusão a respeito do sentido e dos objetivos do yoga.

Na passagem do séc. XIX para o séc. XX o yoga misturou-se com a ideologia higienista e com práticas e teorias que privilegiavam a saúde corporal. A yogaterapia nasce nessa época. Pouco tempo depois e como extensão dessa tendência veio o fisiculturismo, que também deu origem a vários sistemas de ginástica indiana.

Ao longo do séc. XX essas tendências se aprofundaram e se disseminaram. A yogaterapia deu origem a sistemas terapêuticos tais como o Viniyoga e o Iyengar Yoga. O culto ao corpo, expresso na influência que o fisiculturismo causou sobre o yoga, resultou no Ashtanga Vinyasa Yoga, no Bikram Yoga e em todas as modalidades de ginástica que privilegiam a flexibilidade, o fortalecimento e invenções modernas como «vinyasa» e «flow». No Brasil, entre as décadas de 1980 e 2000, um dos exemplos mais conhecidos dessa tendência foi o Swasthya Yoga.

O final do séc. XX trouxe inúmeros sistemas de ginástica e bem-estar inspirados no yoga. É humanamente impossível listar todos aqui. O que se pode constatar é que os sistemas que surgiram ao longo do séc. XX produziram muitos frutos a partir de meados da década de 1980 e sobretudo na virada para o séc. XXI. Por exemplo, a prática postural apoiada por acessórios no Iyengar Yoga preparou o terreno para inúmeros sistemas que se utilizam de cordas, panos e cintos e para o comércio que se lhes seguiu. O Ashtanga Vinyasa Yoga deu origem ao Power Yoga e a inúmeros sistemas baseados no princípio do seqüenciamento de posturas corporais, às vezes privilegiando os movimentos corporais — o que, é claro, lançou na lata do lixo toda e qualquer noção de asana. A yogaterapia foi a base para inúmeros sistemas como o Yoga Hormonal e o Yoga Restaurativo, onde técnicas inspiradas no hathayoga são utilizadas para curar males físicos e emocionais específicos.

Com alguma atenção não será difícil notar que nesses três parágrafos não há menções ao samadhi. Tudo o que foi criado, feito e ensinado nos últimos 100 anos tem como objetivo a obtenção de bem-estar físico, mental e emocional. Todo mundo conhece os benefícios do yoga para o corpo, para a mente e para as emoções, mas a maioria sequer imagina o que vem a ser samadhi. (Lembro de ter ouvido de uma praticante de Ashtanga Vinyasa Yoga uma frase que ilustra muito bem o atual estado de coisas: «Gosto muito de yoga. Eu até medito às vezes.»)

O que se deveria avaliar, a partir daqui, é em que medida a busca por um estado de bem-estar está relacionada aos objetivos originais do yoga. Porém, o que se nota é que esse tipo de avaliação não interessa à maioria dos professores e alunos. Isto ocorre por dois motivos.

O primeiro é o enraizamento de slogans que fazem apologia das ações corporais em detrimento do exercício intelectual. O mais conhecido destes slogans é «pratique e tudo acontecerá». Em discussões acerca do yoga, este slogan costuma reaparecer em outras versões, na forma de conselhos a respeito da atitude do indivíduo em relação à prática: «vamos praticar mais e falar menos?» ou «você precisa meditar mais» ou «o importante é sentir».

O segundo motivo está relacionado à própria confusão assinalada antes: não se pode discutir algo cuja natureza é desconhecida. Hoje a maioria dos praticantes — professores inclusive — simplesmente ignora o que realmente é o yoga e qual seu objetivo. Depois de 100 anos com o foco no bem-estar é natural que algumas pessoas cheguem a duvidar dos propósitos transcendentais do yoga e acreditem que o yoga consiste num conjunto de técnicas de relaxamento e flexibilização.

Para quem conhece o sentido profundo do yoga, a conclusão parcial que se pode extrair disso é: preocupe-se, mexa-se, faça algo. O silêncio é bom para os momentos em que se realiza o samyama. Em todos os outros momentos, faça como Arjuna: saque a espada e participe da batalha. Talvez o leitor pense que não há por que lutar ou que essa atitude é muito oposta ao que o yoga ensina, ao que eu perguntaria: de onde veio esse yoga a que você se refere? Como conciliar a atitude guerreira proposta por Krishna a Arjuna com a postura paz-e-amor das inúmeras modalidades de ginástica indiana que vemos hoje em dia?

 

FONTE: templodoyoga.org