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UM POUCO SOBRE O TEMPO

Quando o fim de algo se aproxima podemos ser capturados pelo tempo que nos faz pensar em seu início e ficamos prisioneiros do tempo.

Quando iniciamos algo podemos ser capturados pelo tempo que nos faz pensar em seu fim, ficamos novamente prisioneiros do tempo.

O caminho é estar pleno no intervalo entre esses dois momentos, você ainda não se libertará do tempo, mas poderá ser o inicio de tornar-se o Senhor do seu Tempo.

FELIZ NOVO TEMPO DE CADA UM DE VOCÊS

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O QUE É HADÔ – TERAPIA QUÂNTICA

A palavra Hadô, em japonês, se escreve com duas letras e cada uma delas tem o seu significado. A primeira letra, “HÁ”, significa “onda” e “DO” significa “vibração”.

Assim, se traduzirmos a palavra Hadô para o português, ao pé da letra seria: onda vibratória. Mas a palavra Hadô possui significados muito mais profundos.

– Hadô representa os nossos sentimentos assim como os nossos pensamentos.
– Hadô é uma forma de energia infinitamente pequena (fraca) que ainda não pode ser explicada por meio da ciência convencional.
– Todos os elementos do universo, orgânicos ou inorgânicos, emanam Hadô.
– Hadô é uma forma de energia emitida por nós – eu, você etc. – pelos animais como cachorros ou gatos, pela água, pela madeira, pelos metais, enfim, todas as matérias.

O Hadô se transmite independentemente do lugar físico.

Nós vivemos dia a dia emitindo Hadô inconscientemente uns aos outros, fazendo o intercâmbio e trocando suas ondas. O Hadô não pode ser visto a olho nu, nem pode ser tocado, porém, se conhecermos o princípio do Hadô e o utilizarmos de forma inteligente as suas propriedades, nós podemos até mesmo mudar a nossa vida.

É dito que todas as doenças são causadas pelo desarranjo do Hadô ou da interrupção do fluxo do Hadô.

 

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Isso não começou com você: Como traumas familiares moldam quem você é

Uma característica bem documentada sobre trauma familiar para muitos, é a nossa incapacidade de articular o que nos acontece. Nós não só sabemos como falar, mas também se perde em nossa memória. Durante um incidente traumático, nossos processos de pensamentos tornam-se dispersos e desorganizados de tal forma que já não reconhecemos as memórias como pertencentes ao evento original. Em vez disso, fragmentos de memória, dispersos como imagens, sensações corporais e palavras, são armazenados em nosso inconsciente e podem ser ativados posteriormente por qualquer coisa, mesmo que remotamente, que relembre a experiência original. Uma vez que eles são acionados, é como se um botão de rebobinação invisível tivesse sido pressionado, fazendo-nos reencontrar aspectos do trauma original em nossas vidas no dia-a-dia. Inconscientemente, podemos nos encontrar reagindo a certas pessoas, eventos ou situações de maneiras antigas e familiares que ecoam do passado.

Sigmund Freud identificou esse padrão há mais de cem anos. A reconstituição traumática, ou a “compulsão de repetição”, como Freud nomeou, é uma tentativa do inconsciente de reproduzir o que não está resolvido, para que possamos “entender”. Essa unidade inconsciente para reviver eventos passados ​​poderia ser um dos mecanismos que trabalha quando as famílias repetem traumas não resolvidos nas gerações passadas.

O contemporâneo de Freud, Carl Jung, também acreditava que o que permanece inconsciente não se dissolve, mas ressurge em nossas vidas como destino ou fortuna. “Tudo o que não surge como consciência”, disse ele, “retorna como destino”. Em outras palavras, é provável que continuemos repetindo nossos padrões inconscientes até trazê-los à luz da consciência. Jung e Freud observaram que tudo o que é muito difícil de processar não desaparece por conta própria, mas sim é armazenado em nosso inconsciente.

Freud e Jung observaram cada vez que fragmentos de experiências de vida previamente bloqueadas, suprimidas ou reprimidas apareciam nas palavras, gestos e comportamentos de seus pacientes. Durante décadas, terapeutas viram pistas, como lapsos de linguagem, padrões de acidentes, ou imagens oníricas como mensageiros que brilham uma luz para as regiões indizíveis e impensáveis de vida de seus clientes.

Os avanços recentes na tecnologia de imagem permitiram que os pesquisadores desvendassem o cérebro e as funções corporais que “falharam” ou “quebraram” durante episódios devastadores. Bessel van der Kolk é um psiquiatra holandês conhecido por sua pesquisa sobre o estresse pós-traumático. Ele explica que durante um trauma, o centro de fala encerra, assim como o córtex pré-frontal medial, a parte do cérebro responsável por experimentar o momento presente. Ele descreve o “terror sem fala” do trauma como a experiência de estar em uma “perda de palavras”, uma ocorrência comum quando os caminhos cerebrais de lembrança são dificultados durante períodos de ameaça ou perigo. “Quando as pessoas revivem suas experiências traumáticas”, diz ele, “os lobos frontais ficam prejudicados e, como resultado, eles têm dificuldade para pensar e falar”.

Ainda assim, tudo não é silencioso: palavras, imagens e impulsos que se fragmentam após um evento traumático emergem para formar uma linguagem secreta de nosso sofrimento que carregamos conosco. Nada está perdido. As peças acabaram de ser reencaminhadas.

As tendências emergentes em psicoterapia estão agora começando a apontar além dos traumas individuais também incluem eventos traumáticos na história familiar e social como parte do quadro inteiro. As tragédias que variam em tipo e intensidade — como o abandono, o suicídio e a guerra, ou a morte precoce de uma criança, pai ou irmão — podem enviar ondas de choque de angústia em cascata de uma geração para a próxima. Desenvolvimentos recentes nos campos da biologia celular, neurobiologia, epigenética e psicologia do desenvolvimento sublinham a importância de explorar pelo menos três gerações de história familiar para entender o mecanismo por trás dos padrões de trauma e sofrimento que se repetem.

A seguinte história oferece um exemplo vívido

Quando conheci Jesse, ele não teve uma noite inteira de sono por mais de um ano. Sua insônia era evidente nas sombras escuras ao redor de seus olhos, mas o vazio de seu olhar sugeria uma história mais profunda. Apesar de apenas vinte anos, Jesse ficou com pelo menos dez anos de idade. Ele afundou no meu sofá como se suas pernas já não aguentassem seu peso.

Jesse explicou que ele tinha sido um atleta-estrela e um aluno com ótimas notas, mas que sua persistente insônia havia iniciado uma espiral descendente de depressão e desespero. Como resultado, ele abandonou a faculdade e teve que perder a bolsa de beisebol que ele tinha batalhado tão duro para conseguir. Ele procurou desesperadamente ajuda para recuperar sua vida e colocar ela no caminho certo. Ao longo do último ano, ele tinha estado em três médicos, dois psicólogos, uma clínica de sono e um médico naturopata. Nenhum deles, ele relatou em um monólogo, foi capaz de oferecer qualquer ideia do que fosse ou ajuda real. Jesse, olhava principalmente para o chão enquanto compartilhava sua história, me disse que estava no fundo do poço.

Quando perguntei se ele tinha alguma ideia sobre o que poderia ter desencadeado sua insônia, ele balançou a cabeça. O sono sempre veio facilmente para Jesse. Então, uma noite, logo após o décimo nono aniversário, ele acordou de repente às 3:30 da manhã. Ele estava gelado, tremendo, incapaz de se aquecer, não importava o que tentasse. Três horas e vários cobertores mais tarde, Jesse ainda estava bem acordado. Não só ele estava frio e cansado, como ele foi agarrado por um estranho medo que ele nunca experimentou antes, um medo de que algo horrível pudesse acontecer se ele se deixasse caísse no sono. Se eu for dormir, nunca vou acordar. Toda vez que ele sentia-se sonolento, o medo o trazia de volta à vigília. O padrão repetiu-se na noite seguinte, e a noite depois disso. Logo a insônia tornou-se uma provação noturna. Jesse sabia que seu medo era irracional, mas ele se sentia indefeso para acabar com isso.

Escutei atentamente enquanto Jesse falava. O que se destacou para mim era um detalhe incomum — ele estava extremamente frio, “congelando”, ele disse, antes do primeiro episódio. Comecei a explorar isso com Jesse e perguntei se alguém de ambos os lados da família sofria de um trauma que envolvesse “frio”, ou estar “adormecido” ou algo com a idade “dezenove”.

Jesse revelou que sua mãe tinha recentemente informado sobre a trágica morte do irmão mais velho de seu pai — um tio que ele nunca soube que ele tinha. O tio Colin tinha apenas dezenove anos quando congelou até a morte controlando as linhas de energia em uma tempestade ao norte de Yellowknife, nos Territórios do Noroeste do Canadá. Trilhas na neve revelaram que ele tinha se esforçado para não cair. Eventualmente, ele foi encontrado à beira de uma nevasca, tendo perdido consciência por conta da hipotermia. Sua morte foi uma perda tão trágica que a família nunca falou seu nome novamente. Agora, três décadas depois, Jesse estava inconscientemente revivendo aspectos da morte de Colin — especificamente, o terror inconsciente de adormecer. Para Colin, cair significava morte. Para Jesse, adormecer deve ter sentido o mesmo.

Fazer a conexão foi um ponto de virada para Jesse. Uma vez que ele percebeu que sua insônia tinha sua origem em um evento que ocorreu trinta anos antes, ele finalmente teve uma explicação para o medo de adormecer. O processo de cura agora poderia começar. Com ferramentas que Jesse aprendeu em nosso trabalho em conjunto, que será detalhado mais adiante neste livro, ele conseguiu se libertar do trauma sofrido por um tio que ele nunca conheceu, mas cujo terror ele inconscientemente assumiu como seu. Não só Jesse se sentiu livre da neblina pesada da insônia, ele ganhou uma sensação mais profunda de conexão com sua família, com seu presente e seu passado.

Na tentativa de explicar histórias como a de Jesse, os cientistas agora são capazes de identificar marcadores biológicos — evidências de que os traumas podem e passam de uma geração para a outra. Rachel Yehuda, professora de psiquiatria e neurociência na Mount Sinai School of Medicine em Nova York, é um dos principais especialistas mundiais em estresse pós-traumático, uma verdadeira pioneira neste campo. Em numerosos estudos, Yehuda examinou a neurobiologia do TEPT em sobreviventes do Holocausto e seus filhos. Sua pesquisa sobre o cortisol em particular (o hormônio do estresse que ajuda nosso corpo a voltar ao normal depois de experimentar um trauma) e seus efeitos sobre a função cerebral revolucionaram a compreensão e o tratamento do TEPT em todo o mundo. (Pessoas com TEPT revivem sentimentos e sensações associadas a um trauma apesar do fato de que o trauma ocorreu no passado.)

Yehuda e sua equipe descobriram que os filhos de sobreviventes do Holocausto que tinham TEPT nasceram com níveis baixos de cortisol semelhantes aos seus pais, predispondo-os a reviver os sintomas de TEPT da geração anterior. Sua descoberta de níveis baixos de cortisol em pessoas que experimentaram um evento traumático agudo tem sido controversa, indo contra a noção de longa data de que o estresse está associado a altos níveis de cortisol. Especificamente, nos casos de TEPT crônica, a produção de cortisol pode ser suprimida, contribuindo para os baixos níveis medidos em ambos os sobreviventes e seus filhos.

Yehuda descobriu níveis baixos de cortisol em veteranos de guerra, bem como em mães grávidas que desenvolveram TEPT depois de serem expostas aos ataques do World Trade Center e em seus filhos. Não só ela descobriu que os sobreviventes em seu estudo produziram menos cortisol, uma característica que eles podem transmitir aos seus filhos, ela observa que vários distúrbios psiquiátricos relacionados ao estresse, incluindo TEPT, síndrome da dor crônica e síndrome da fadiga crônica, estão associados a baixos níveis sanguíneos de cortisol. Curiosamente, 50 a 70 % dos pacientes com TEPT também atendem os critérios diagnósticos para depressão maior ou outra disposição ou transtorno de ansiedade.

A pesquisa de Yehuda demonstra que você e eu somos três vezes mais propensos a experimentar sintomas de TEPT se um dos nossos pais tiveram TEPT e, como resultado, é provável que soframos de depressão ou ansiedade. Ela acredita que este tipo de TEPT geracional é herdado, em vez de ocorrer de nossa exposição às histórias de nossos pais sobre suas provações. Yehuda foi uma dos primeiros pesquisadores a mostrar como descendentes de sobreviventes de trauma carregam sintomas físicos e emocionais de traumas que eles não experimentam diretamente.

Esse foi o caso com Gretchen.

Depois de anos tomando antidepressivos, participando de sessões de conversação e terapia grupal e tentar várias abordagens cognitivas para mitigar os efeitos do estresse, seus sintomas de depressão e ansiedade permaneceram inalterados.

Gretchen me disse que não queria mais viver. Enquanto ela se lembrava, ela lutava com emoções tão intensas que mal podiam conter os surtos em seu corpo. Gretchen foi admitida várias vezes em um hospital psiquiátrico onde foi diagnosticada como bipolar com transtorno de ansiedade grave. A medicação trouxe um ligeiro alívio, mas nunca tocou nos poderosos impulsos suicidas que viviam dentro dela. Quando adolescente, ela se machucou ao queimar-se com uma bituca ainda acesa de um cigarro. Agora, aos trinta e nove anos, Gretchen tinha tido o suficiente. Sua depressão e ansiedade, disse ela, impediram que ela se casasse e tivesse filhos. Num tom de voz surpreendentemente importante, ela me disse que estava planejando suicidar-se antes do próximo aniversário.

Ouvindo Gretchen, tive o forte senso de que deve haver um trauma significativo na história da família. Em tais casos, considero essencial prestar muita atenção às palavras que estão sendo faladas por indícios do evento traumático subjacente aos sintomas de um cliente.

Quando perguntei como ela planejava se matar, Gretchen disse que ia se vaporizar. Por mais incompreensível que possa parecer para a maioria de nós, seu plano era, literalmente, pular em um tonel de aço fundido na fábrica onde seu irmão trabalhava. “Meu corpo irá incinerar em segundos”, disse ela, olhando diretamente nos meus olhos, “mesmo antes de chegar ao fundo”.

Fiquei impressionado com a falta de emoção enquanto ela falava. Qualquer coisa que estivesse presa parecia ter sido abandonada por dentro. Ao mesmo tempo, as palavras “vaporizavam” e “incineravam” palpitaram dentro de mim. Tendo trabalhado com muitos filhos e netos cujas famílias foram afetadas pelo Holocausto, aprendi, a deixar suas palavras me levarem. Eu queria que Gretchen me contasse mais.

Perguntei se alguém em sua família era judeu ou estava envolvido no Holocausto. Gretchen começou a dizer que não, mas depois se deteve e lembrou uma história sobre sua avó. Ela nasceu em uma família judaica na Polônia, mas se converteu ao catolicismo quando veio para aos Estados Unidos em 1946 e casou-se com o avô de Gretchen. Dois anos antes, a família inteira de sua avó havia morrido nos fornos de Auschwitz. Eles tinham sido literalmente vaporizados — envoltos em vapores venenosos — e incinerados. Ninguém na família imediata de Gretchen nunca falou com sua avó sobre a guerra, nem sobre o destino de seus irmãos ou seus pais. Em vez disso, como é frequentemente o caso de trauma extremo, eles evitam o assunto por completo.

Gretchen conhecia os fatos básicos de sua história familiar, mas nunca a havia conectado isso à sua própria ansiedade e depressão. Ficou claro para mim que as palavras que ela usava e os sentimentos que ela descreveu não se originaram com ela, mas de fato se originaram com sua avó e os membros da família que perderam a vida.

Quando expliquei a conexão, Gretchen ouviu atentamente. Seus olhos se arregalaram e a cor subiu nas bochechas. Eu poderia dizer que o que eu disse estava ressoando. Pela primeira vez, Gretchen teve uma explicação para o sofrimento que fazia sentido para ela.

Para ajudá-la a aprofundar seu novo entendimento, convidei-a a imaginar em pé nos sapatos da sua avó, representada por um par de pegadas de borracha de espuma que coloquei no tapete no centro do meu escritório. Pedi-lhe que imaginasse sentir o que a avó poderia ter sentido depois de ter perdido todos os seus entes queridos. Levando-o mesmo a um passo adiante, perguntei-lhe se ela poderia literalmente ficar de pé nas pegadas como sua avó e sentir os sentimentos de sua avó em seu próprio corpo. Gretchen relatou sensações de perda e sofrimento muito fortes, solidão e isolamento. Ela também experimentou o profundo sentimento de culpa que muitos sobreviventes sentem e a sensação de permanecer vivo enquanto os entes queridos foram mortos.

Chegar a um acordo com trauma

Para processar trauma, muitas vezes é útil para os clientes ter uma experiência direta dos sentimentos e sensações que foram submersos no seu corpo. Quando Gretchen conseguiu acessar essas sensações, ela percebeu que seu desejo de se aniquilar estava profundamente entrelaçado com seus familiares perdidos. Ela também percebeu que adotara algum elemento do desejo de sua avó de morrer. Quando Gretchen absorveu esse entendimento, vendo a história da família em uma nova luz, seu corpo começou a suavizar, como se algo dentro dela tivesse sido enrolado até agora e então ela poderia relaxar.

Tal como acontece com Jesse, o reconhecimento de Gretchen de que seu trauma estava enterrado na história não pronuncia da sua família era apenas o primeiro passo em seu processo de cura. Uma compreensão intelectual por si só raramente é suficiente para uma mudança duradoura para ocorrer. Muitas vezes, a consciência precisa ser acompanhada por uma experiência visceral profundamente sentida.

Uma herança familiar inesperada

Um menino pode ter as pernas longas de seu avô e uma garota pode ter o nariz de sua mãe, mas Jesse havia herdado o medo de seu tio de nunca acordar, e Gretchen carregou a história do Holocausto da família em sua depressão. Adormecido dentro de cada um deles estavam fragmentos de traumas demais para serem resolvidos em uma geração.

Quando aqueles em nossa família experimentaram traumas insuportáveis ​​ou sofrem com imensa culpa ou sofrimento, os sentimentos podem ser esmagadores e podem escalar além do que eles podem gerenciar ou resolver. É a natureza humana; Quando a dor é muito grande, as pessoas tendem a evitá-la. No entanto, quando bloqueamos os sentimentos, inconscientemente entravamos o processo de cura necessário que pode nos levar a uma libertação natural.

Às vezes, a dor submerge até encontrar um caminho para expressão ou resolução. Essa expressão é frequentemente encontrada nas gerações que se seguem e pode ressurgir como sintomas que são difíceis de explicar. Para Jesse, o frio e o tremor implacáveis ​​não apareceram até atingir a idade que seu tio Colin estava quando congelou até a morte. Para Gretchen, a ansiedade e desespero e os impulsos suicidas de sua avó estiveram com ela durante o tempo que ela conseguiu lembrar. Esses sentimentos se tornaram uma parte de sua vida que ninguém jamais pensou em considerar que os sentimentos não se originavam com ela.

Atualmente, nossa sociedade não oferece muitas opções para ajudar pessoas como Jesse e Gretchen que carregam remanescentes de trauma familiar herdado. Normalmente, eles podem consultar um médico, psicólogo ou psiquiatra e receber medicamentos, terapia ou alguma combinação de ambos. Mas, embora essas caminhos possam trazer algum alívio, geralmente não fornecem uma solução completa.

Nem todos nós temos traumas tão dramáticos quanto os de Gretchen ou Jesse na nossa história familiar. No entanto, eventos como a morte de um bebê, uma criança dada para adoção, a perda da casa ou mesmo a falta da atenção de uma mãe ou pai podem ter o efeito de colapsar os muros de apoio e restringir o fluxo de amor em nossa família . Com a origem desses traumas à vista, os padrões familiares de longa data podem finalmente ser postos para descansar. É importante notar que nem todos os efeitos do trauma são negativos.

De acordo com Rachel Yehuda, o propósito de uma mudança epigenética é expandir o leque de maneiras de responder em situações estressantes, o que ela diz é positivo. “Quem você preferiria que estivesse em uma zona de guerra?”, Ela pergunta. “Alguém que teve adversidade prévia [e] sabe como se defender? Ou alguém que nunca teve que lutar por nada? “Uma vez que entendemos o que as mudanças biológicas do estresse e do trauma devem fazer, ela diz:” Nós podemos desenvolver uma maneira melhor de nos explicar quais são nossas verdadeiras capacidades e potenciais”.

Visto desta maneira, os traumas que herdamos ou experimentamos em primeira mão não só podem criar um legado de angústia, mas também podem forjar um legado de força e resiliência que podem ser sentidas pelas gerações vindouras.

Este artigo é um trecho do livro de Mark Wolynn, Mark Wolynn’s book, It Didn’t Start With You: How Inherited Family Trauma Shapes Who We Are and How to End the Cycle.

Texto em inglês aqui. Tradução livre por Yatahaze.

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A Vida nos trata como tratamos nossa mãe!

Segundo Bert Hellinger, psicoterapeuta criador das Constelações Familiares, e formulador das Leis Sistêmicas do Amor e da Vida, “O sucesso tem a face da mãe”.
Quem não conquista o sucesso na vida, entendendo-se sucesso como ter relacionamentos afetivos amorosos e enriquecedores para ambos, uma relação saudável com o dinheiro, conquistar seus objetivos, realizar-se e ser feliz na vida, sentir-se seguro, é porque “não tomou sua mãe”.

Tomar a mãe significa aceitá-la plenamente, sem julgamentos, amorosamente no coração, independentemente de como tenha sido sua criação, educação e relação com ela, se sentiu-se ou não amado o suficiente ou da maneira que imagina “adequada”, se foi castigado injustamente, preterido ou mesmo abandonado.

Conheço muitas pessoas, amigos, alunos, pacientes, que ouvindo essas palavras, com expressão angustiada, de raiva ou sofrimento, afirmam ser uma tarefa impossível! Não conseguem, e muitos afirmam sinceramente que não querem, abrir-se para esta aceitação. Carregam mágoas profundas, cicatrizes mal formadas que encobrem superficialmente feridas crônicas e incuráveis da alma.
Porém, não há como dizer sim à Vida, sem a aceitação, e antes de dizer SIM a ela, nossa mãe. A Vida nos foi entregue através da mãe, nascemos de suas entranhas, de sua carne. Nosso corpo foi forjado em seu ventre, através do alimento ingerido por ela e que tomamos para nós. Esses nutrientes nos permitiram evoluir a partir do momento da concepção, quando duas células, mãe e pai, se tornaram somente uma, EU, através de um ato de amor da Vida, para para trilhões de células no momento do nascimento.

O oxigênio que nos manteve vivos, foi inspirado através de seus pulmões. O ritmo pulsante e tranquilizador que nos embalou durante os nove meses que em seu ventre fomos carregados, vinha das batidas de seu coração.

As emoções que sentíamos e nos envolviam, tanto as ruins que refletiam medos, incertezas e angústias, como as boas que carregavam os sonhos, esperanças, desejos e ideais, vieram de sua alma, e do campo familiar do qual ela fazia parte, e já nos envolvia, campo sistêmico que reverbera as experiências de milhares de pessoas que vieram antes de nós, as quais nos constituem incondicionalmente.

Revoltar-se, ter restrições, julgar ou criticar a mãe (ou também o pai, o que traz outras implicações) significa que nos julgamos maiores que ela, o que vai contra a lei da Hierarquia, significa também excluí-la o que vai contra a lei do Pertencimento e resulta em não realizar uma troca amorosa pois recebemos a Vida também através dela, o que vai contra a lei do Equilíbrio de Troca.

Em resumo, com a escolha e atitude de não aceitar nem tomar plenamente a mãe, deixamos de vivenciar as três Ordens do Amor, as principais e fundamentais Leis dos relacionamentos e da Vida.

O resultado é a criação e/ ou a continuidade do fenômeno transgeracional de emaranhamentos familiares, e o consequente fracasso em conquistar um destino de Sucesso, e uma Vida plena e feliz.
A partir da ampliação da consciência sobre esses temas, da aceitação de tudo e de todos como são, dizemos SIM à Vida, podemos transformar essa realidade, cumprir nossa missão pessoal, e enfim viver um destino saudável, com efeitos curativos em todo nosso sistema.

Viva a Vida!

Fontes: Obras de Bert Hellinger; conteúdo do curso de formação “Consciência Sistêmica”, reflexões do autor.

Autor Roberto Debski

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Livro relata como a mente humana foi capaz de compreender os buracos negros

física de Newton orientou o naturalistaJohn Michell a conceber, em 1783, a ideia de um buraco negro. Foram apenas os estudos de Albert Einstein, entretanto, que tornaram o fenômeno mais factível. Caleb Scharf, astrobiólogo que conta essa história no recém-lançado livro Segredos da Gravidade, explica como buracos negros influenciam galáxias e a vida na Terra.

O que você considera mais fascinante sobre os buracos negros?
Eles foram imaginados pelo pensamento científico muito antes de serem descobertos, e isso é incrível. Buracos negros são simples como partículas fundamentais gigantes, mas também são lugares onde a gravidade e o mundo quântico se interceptam. São portais para o desconhecido.

Como os buracos negros deram forma ao universo e permitiram que, neste momento, estejamos conversando aqui?
Buracos negros são surpreendentemente bons em gerar energia: ela transborda para fora a partir da matéria derramada para dentro. Os supermassivos, localizados no centro de galáxias, modificam a história de centenas de bilhões de estrelas e sistemas planetários, ajudando a determinar o número de estrelas. Nossa galáxia tem apenas um buraco supermassivo modesto no centro, mas isso pode ser crítico. Pode ser parte do porquê de estarmos conversando aqui e não em outra galáxia.

Como as ondas gravitacionais vão mudar nosso entendimento sobre esses objetos?
Os dados ajudarão a entender como buracos negros com bilhões de vezes a massa do Sol se desenvolvem. Eventualmente, vamos detectar a fusão de buracos supermassivos. Agora, temos um sistema de “aviso prévio”: saberemos para onde apontar outros telescópios para vê-los colidindo e desvendar seus segredos.

Se algum dia desenvolvermos uma tecnologia insana que nos permita coletar a energia dos buracos negros, como isso impactaria nossa civilização?
Teríamos energia ilimitada, poderíamos construir qualquer coisa, fazer a reengenharia de mundos e de estrelas. Mas ainda temos grandes desigualdades e injustiças em nosso planeta que, em parte, se devem justamente à energia e à tecnologia. Humanos do futuro cultivando energia de buracos negros teriam de ser muito cuidadosos para não destruir a própria civilização pelo mesmo tipo de negligência.

 

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“Seja aquilo que está além da necessidade.”

Ser, além e necessidade são três palavras que carregam muitos conceitos que podem ser até contraditórios em meio a tantas teorias e conceitos criados pelo homem para compreender a si mesmo, o outro e o mundo ao seu redor.
Uma visão sistêmica dessas palavras nos mostra que existe uma “necessidade” além do que somos hoje, além do que nos foi definido como deveríamos ser, uma necessidade muito além dos processos dos mecanismos da compreensão de uma mente racional e lógica. Agora se ligarmos o sistêmico e aplicarmos numa visão transpessoal iremos para patamares mais altos e níveis mais claros sobre o fato de estarmos aqui e ultrapassaremos os níveis da compreensão e finalmente através dos sentimentos compreenderemos e ainda poderemos como disse Jung ao ser questionado sobre se ele acreditava em Deus, e apenas respondeu: “não preciso acreditar, eu sei”.
Ricardo Dih Ribeiro​
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COMPREENDA OS SISTEMAS

Tudo é composto por sistemas, uma casa e seus cômodos, uma família por se membros, pais, filhos, tios, primos, avós, etc. Uma empresa por seus diferentes colaboradores. O trânsito é composto por veículos, ruas, semáforos, placas de sinalização. Nosso próprio corpo é um complexo sistema, formado por um sistema circulatório, um sistema respiratório, sistema excretor e muitos outros sistemas.
E perceba que cada sistema acima é composto por um subsistema, ou um sistema menor dentro desse sistema, mas não menos importante.
Exemplo uma Casa é composta por cômodos, os cômodos por moveis os móveis por partes menores. Dentro dessa Casa mora uma família que é composta provavelmente por pais, filhos e talvez alguns animais de estimação. Alguns integrantes dessa casa trabalham numa empresa que é composta de departamentos, de outras pessoas, e essas outras pessoas também possuem suas casas e suas famílias que são outros sistemas. Todos de uma forma ou de outra se locomovem em outro sistema que se chama trânsito. Ou seja, de uma forma ou de outra há uma ligação menor ou maior, com mais intensidade ou menos intensidade entre todos os elementos de todos os sistemas.
Agora se analisarmos com mais detalhes verificaremos que quando um das parte de um sistema não funciona bem, afeta diretamente todas as outras partes de outros sistemas, também com grau maior ou menor de influência.Exemplo: Imagine que irei pintar o quarto da minha casa e derrubo a lata de tinta em cima da cama e no chão, minha ação influencia negativamente o sistema cama/quarto, que por sua vez esse sistema influencia meu sistema esposa que discute comigo. Vou embora aborrecido para o sistema trabalho e fico irritado com sistema trânsito por estar um pouco mais lento como de costume. Com meu equilíbrio afetado por três sistemas que é a minha ação derrubar as tintas, o aborrecimento da esposa, a irritação do transito. Acabo perdendo a paciência com um sistema colega de trabalho, o que faz meu sistema chefe chamar minha atenção pelo fato ocorrido. No fundo essa história vai longe e nesse exemplo sistêmico de como realmente a vida de relação funciona, compreendemos e podemos afirmar que um sistema é constituído por um conjunto de partes que se influenciam mutuamente.
Então podemos resumir todo esse exemplo em que “Um sistema é uma entidade formada por componentes organizados que interagem de tal forma que não se pode deduzir o conjunto por completo pelas propriedades das partes.”
Tudo está interligado e se influencia mutuamente. Isso não te faz pensar mais amplamente frente a sua vida de relação com tudo que está ocorrendo em sua vida?
Pense nisso e procure desenvolver um pensamento sistêmico, esse seu novo olhar irá ser um componente de sucesso em todos seus empreendimentos na vida.
“Algumas pessoas continuam acenando para o velho trem quando o novo já estacionou na plataforma.”
Bert Hellinger
Casa da Psicanálise & Terapias Transpessoais
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Um visão sistêmica do ser humano

Termo uma visão sistêmica do ser humano nos leva a ajudá-lo a compreender-se de uma forma mais transcendente frente à vida e a todos os seus relacionamentos e consequentemente suas emoções, mostrando todas as ligações existentes e que influenciam diretamente em suas decisões diárias.
Os vários estudos das tradições filosóficas e sagradas do oriente e do ocidente, da psicanálise, da psicologia, da biologia, da neurociência, dos estados alterados de consciência, entre outras, direcionam, embasam e sustentam uma Terapia Transpessoal Sistêmica.
Os estados de consciência transpessoais e transcendentes são necessários e essenciais para o livre fluxo de toda a energia do ser humano. A função do terapeuta é ser um condutor e um facilitador para que a pessoa seja seu próprio agente de cura e equilíbrio, encontrando seu caminho e seus objetivos em seu universo existencial.
O Terapeuta Transpessoal Sistêmicos necessita uma formação abrangente, para que compreenda as diferentes técnicas de acesso direto ao inconsciente e os diferentes estados modificados de consciência, deverá possuir sólidos conhecimento e vivências através de um sistema filosófico, estratégico e métodos eficazes, para uma rápida e segura intervenção nos mais diferentes tipos de sofrimentos humanos, abordando o sistema entre a mente o corpo e a essência do ser, onde haverá o livre fluxo de toda a energia do ser humano.
Os sistemas que estamos inseridos compreendem trocas de energias, informações com o seu entorno, onde estão inseridas metas conscientes para conseguir um objetivo, mas também e na sua maioria metas inconscientes, que podem ser compartilhadas ou não, ou seja há uma complexidade que necessita ser simplificada pela compressão de todos os processos existentes e envolvidos nesse intrincado processo sistêmico.
Quanto menor deixarmos o sistema, mais poderemos compreender sua autonomia, e quanto mais entendermos o sistema maior, mais compreendemos sua influência no sistema menor.
“Muitas vezes a boa solução é difícil, pois nos faz perder a importância.”
Bert Hellinger
Casa da Psicanálise & Terapias Transpessoais
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Física quântica e a espiritualidade

Essa relação é polêmica, pois consiste no debate entre dois núcleos distintos, sendo um formado pelos que defendem a veracidade da influência quântica no plano espiritual, e outro que nega totalmente o uso da mecânica quântica como modo de explicar a espiritualidade.

Para os que defendem a existência de uma relação entre a física quântica e o espiritual, a força do pensamento humano poderia exercer um grande poder sobre a realidade individual de cada pessoa, sendo ela, com as corretas indicações, capaz de alterar o mundo ao seu redor.

Física quântica e o pensamento

Vários físicos de renome internacional relacionam os princípios da física quântica com as teorias sobre a consciência humana e o poder do pensamento como “construtor” da realidade.

Em suma, a mente humana teria uma capacidade profunda de influenciar na disposição das micropartículas atômicas ao redor das pessoas, do modo como elas se comportam e como elas constroem a realidade de cada indivíduo. Para os estudiosos que acreditam nesta ideia, as intenções das pessoas influenciariam a construção da realidade.

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Qualquer decisão que a gente toma gera dois universos paralelos

Existe um jeito muito simples de testar a sua imortalidade e a física quântica (ah, sempre ela) pode provar isso. Segundo um vídeo (em inglês) da Wendover Productions, a única coisa que você precisa fazer é se trancar em uma sala com uma arma nuclear e deixar a física fazer o resto. Simples.

Trata-se de um experimento mental, quer dizer, não é uma tarefa possível de realizar no mundo real, mas podemos imaginar, calcular e interpretar suas consequências. Os cientistas fazem uso desse recurso porque ainda é impossível medir um sistema de mecânica quântica sem alterá-lo. Ou seja, quando vamos observar um objeto já estamos alterando ele. Por isso, só resto imaginar como seria, assim como no famoso exprimento do Gato de Schrödinger.

 

O vídeo usa a Interpretação dos Muitos Mundos para imaginar o experimento sobre imortalidade. Segundo esta ideia, qualquer decisão que a gente toma gera dois universos paralelos. Explicando: imagine Harry Potter tendo que escolher ir a Hogwarts acompanhado de um gigante que ele nunca viu na vida. Nesta hora, duas possibilidades se apresentam e, com isso, dois universos paralelos seriam gerados: um no qual ele vai a Hogwarts e vive todas as aventuras que lemos nos sete livros; e outro, no qual ele preferiu continuar vivendo no armário e sendo maltratado pelos tios.

A interpretação dos Muitos Mundos sugere que a cada momento de escolha um universo no qual tomamos uma decisão diferente se abre.Isso para TODAS as decisões e possibilidades, seja a faculdade que você escolheu ou o ônibus que você perdeu. Por isso, o nome “MUITOS MUNDOS” se refere, de fato, a MUITOS MUNDOS, uma quantidade infinita de versões suas vivendo uma vida que você não escolheu, ou oportunidades que perdeu — e das quais você nunca vai ter acesso.

Agora voltando ao experimento no qual você está hipoteticamente trancado em uma sala com uma arma nuclear. Suponha que, ao seu lado, esteja um relógio: a cada três segundos os ponteiros podem girar para lados diferentes. Se o ponteiro girar para o lado esquerdo, a arma explode. Se ele girar para o lado direito, você continua vivo. Isso mesmo, como uma roleta russa. Não é a toa que o experimento foi nomeado comoSuicídio Quântico. 

Assim, caso a ideia dos Muitos Mundos esteja correta, você nunca vai morrer. Segundo o Science Alert, portanto, “nós não teríamos que ter medo de brincar de roleta russa com uma arma nuclear, exceto pelo fato de que em algum universo paralelo nós estamos morrendo de forma dolorosa por muitas e muitas vezes”.

Então, por mais que você tenha facilidade em encontrar urânio enriquecido, GALILEU recomenda fortemente que você não faça o teste em casa. Veja o vídeo (em inglês) abaixo):